Tamanho e Participação do Mercado de Proteína Animal da América do Sul

Mercado de Proteína Animal da América do Sul (2026 - 2031)
Imagem © 鶹Ƶ. O reuso requer atribuição conforme CC BY 4.0.

Análise do Mercado de Proteína Animal da América do Sul por 鶹Ƶ

Espera-se que o mercado de proteína animal da América do Sul cresça de USD 647,51 milhões em 2026 para USD 818,16 milhões até 2031, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 4,79% durante o período de previsão. Esse crescimento é impulsionado pelo papel da região como grande consumidora e exportadora de produtos de proteína animal. Os processadores dos setores de laticínios, carne e aquicultura estão utilizando matérias-primas excedentes para produzir produtos de valor agregado, como soro de leite, caseína, colágeno, gelatina e ingredientes à base de ovos. O Brasil lidera o mercado devido às suas cadeias de suprimentos de aves, carne bovina e laticínios bem estabelecidas e verticalmente integradas, que garantem qualidade consistente do produto a preços competitivos. Enquanto isso, o Chile está experimentando o crescimento mais rápido da região, pois suas deficiências de proteína estão impulsionando a demanda por importações. O mercado permanece moderadamente fragmentado, com oportunidades de crescimento impulsionadas pela inovação e pela crescente demanda por produtos de proteína animal de alta qualidade.

Principais Conclusões do Relatório

  • Por tipo de proteína, caseína e caseinatos detinham 37,54% da participação do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025, enquanto o colágeno avança a uma CAGR de 5,46% até 2031.
  • Por categoria, os produtos convencionais representavam 85,25% do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025, mas o segmento orgânico está se expandindo a uma CAGR de 6,43% até 2031.
  • Por aplicação, alimentos e bebidas lideraram com uma participação de 52,83% do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025; cuidados pessoais e cosméticos são os de crescimento mais rápido, com uma CAGR de 6,44% até 2031.
  • Por país, o Brasil respondeu por 55,63% da participação do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025, enquanto o Chile deve registrar uma CAGR de 5,17% entre 2026 e 2031.

Nota: O tamanho do mercado e os números de previsão neste relatório são gerados usando a estrutura de estimativa proprietária da 鶹Ƶ, atualizada com os dados e percepções mais recentes disponíveis em janeiro de 2026.

Análise de Segmentos

Por Tipo de Proteína: O DZáԴ Avança em Beleza e Saúde Articular

A caseína e os caseinatos responderam por 37,54% do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025, tornando-os o maior segmento por valor. Essa dominância se deve às extensas instalações de pecuária leiteira e processamento de leite em países como Argentina e Brasil, que permitem a produção consistente de ingredientes à base de caseína. Essas proteínas são amplamente utilizadas em setores como produção de queijos, panificação, bebidas e nutrição esportiva, garantindo uma demanda estável. O segmento se beneficia de cadeias de suprimentos confiáveis e aplicações industriais estabelecidas em toda a região, consolidando ainda mais sua posição.

O colágeno é o segmento de proteína de crescimento mais rápido, com uma CAGR projetada de 5,46% entre 2026 e 2031. Esse crescimento é impulsionado pelo uso crescente em suplementos dietéticos, alimentos funcionais, produtos de beleza e nutrição para animais de estimação. Os consumidores estão se tornando mais conscientes dos benefícios do colágeno, como a melhoria da saúde articular, elasticidade da pele e recuperação, o que está impulsionando sua popularidade. Além disso, as inovações em colágeno hidrolisado e formatos de fácil utilização estão tornando-o mais acessível, contribuindo para sua rápida adoção em toda a América do Sul.

Mercado de Proteína Animal da América do Sul: Participação de Mercado por Tipo de Proteína
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Por Categoria: A Certificação Orgânica Impulsiona o Crescimento Premium

Os produtos de proteína animal convencional detinham a maior participação do mercado de proteína animal da América do Sul em 2025, respondendo por 85,25% do mercado total. Isso se deve principalmente ao uso de sistemas eficientes de ração e produção que dependem de culturas de alto rendimento, como milho e soja, que ajudam os grandes produtores a manter os custos baixos. A proteína animal convencional se beneficia de cadeias de suprimentos bem estabelecidas, ampla disponibilidade nas lojas de varejo e preços competitivos. Esses fatores a tornam a escolha mais popular para os consumidores de diversas faixas de renda na região.

Por outro lado, a proteína animal orgânica é um segmento menor, mas está crescendo rapidamente, com uma CAGR projetada de 6,43% até 2031. Esse crescimento é impulsionado pelo crescente interesse dos consumidores em produtos com rótulo limpo, tratamento ético dos animais e métodos de agricultura sustentável. Os consumidores urbanos e de renda mais alta estão dispostos a pagar mais por carnes, laticínios e produtos proteicos orgânicos certificados. À medida que os processos de certificação melhoram e as redes de distribuição se expandem, a proteína animal orgânica está se tornando mais acessível, apesar de seus maiores custos de produção, e está ganhando popularidade entre os compradores preocupados com a saúde.

Por Aplicação: Cuidados Pessoais Supera os Usos Alimentares Tradicionais

O setor de alimentos e bebidas detém a maior participação no mercado de proteína animal da América do Sul, respondendo por 52,83% da participação total do mercado em 2025. Essa dominância se deve ao uso crescente de proteínas animais, como proteínas do soro de leite, caseína e proteínas derivadas de ovos, em produtos como bebidas lácteas, produtos de panificação, lanches e refeições prontas para consumo. Essas proteínas não apenas melhoram o valor nutricional dos alimentos, mas também proporcionam benefícios funcionais, como melhora da textura, emulsificação aprimorada e maior saciedade. Como resultado, as proteínas animais tornaram-se um ingrediente essencial nos produtos alimentícios do dia a dia, impulsionando uma demanda consistente em toda a região.

O setor de cuidados pessoais e cosméticos está emergindo como uma área de aplicação de crescimento rápido, com uma CAGR projetada de 6,44% até 2031. Ingredientes como colágeno, gelatina e proteínas do leite estão sendo cada vez mais incorporados em produtos de cuidados com a pele, cabelo e nutricosméticos devido aos seus benefícios, incluindo hidratação, fortalecimento e propriedades antienvelhecimento. A crescente popularidade dos conceitos de beleza de dentro para fora e dos produtos premium de cuidados pessoais está impulsionando ainda mais a demanda por essas proteínas. Essa tendência está expandindo o uso de ingredientes de proteína animal além das aplicações alimentícias, criando novas oportunidades de crescimento no setor de cosméticos.

Mercado de Proteína Animal da América do Sul: Participação de Mercado por Aplicação
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Análise Geográfica

O Brasil é o maior contribuinte para o mercado de proteína animal da América do Sul, respondendo por 55,63% da participação do mercado regional. Essa posição de destaque se deve ao seu avançado setor de aves, laticínios e grãos para ração, que permite uma produção econômica e robustas capacidades de exportação. O Brasil tem uma alta demanda doméstica por proteína animal, impulsionada pelo seu crescente setor de processamento de alimentos, pelo foco crescente em nutrição e pela expansão do setor de ração para animais de estimação. Ao longo do período de previsão, espera-se que o Brasil mantenha sua posição de liderança, com sua taxa de crescimento acompanhando de perto a média regional.

Embora menor em tamanho de mercado, o Chile é um dos mercados de crescimento mais rápido da América do Sul, com uma CAGR projetada de 5,17% ao longo do período de previsão. O país depende fortemente de importações de proteínas do leite e ingredientes à base de ovos devido à sua limitada produção doméstica de laticínios. No entanto, as inovações em aquicultura e nutrição funcional estão impulsionando o crescimento, à medida que os consumidores urbanos preferem cada vez mais produtos como alimentos e bebidas enriquecidos com colágeno. Esses desenvolvimentos tornam o Chile um mercado promissor com significativo potencial de crescimento, mesmo que seu tamanho de mercado geral seja menor do que o de outros países da região.

DZô, Peru e Argentina juntos compõem a participação restante do mercado de proteína animal da América do Sul, cada um oferecendo contribuições únicas. O setor avícola da DZô desempenha um papel fundamental no atendimento à demanda local e no apoio ao comércio regional. O Peru é um importante player na produção de proteína marinha e farinha de peixe, que são componentes essenciais da cadeia de suprimentos de proteínas. A Argentina, conhecida por sua produção de laticínios e carne bovina, enfrenta desafios como questões climáticas e restrições comerciais que impactam seu crescimento. Apesar desses desafios, espera-se que esses mercados cresçam de forma constante, apoiados por melhorias na eficiência produtiva e uma mudança gradual em direção a produtos proteicos de maior valor.

Cenário Competitivo

O mercado de proteína animal da América do Sul é moderadamente fragmentado, com grandes empresas multinacionais de laticínios como Fonterra, Glanbia e Arla Foods liderando a produção de proteínas de soro de leite e caseinato de alta qualidade, essenciais para nutrição e fórmulas infantis. Ao mesmo tempo, os fornecedores regionais desempenham um papel significativo ao atender tanto os mercados locais quanto os de exportação com produtos proteicos padrão e especializados. Essa combinação de players globais e regionais cria um ambiente competitivo em diversas categorias de produtos, garantindo opções diversificadas para consumidores e empresas.

Os produtores regionais, particularmente no Brasil, se beneficiam de sua proximidade com os principais polos pecuários e de laticínios, o que ajuda a reduzir os custos de matéria-prima e melhora a eficiência da cadeia de suprimentos. Essas vantagens permitem que respondam rapidamente às demandas dos clientes. Nos segmentos de colágeno e gelatina, as empresas globais dominam o mercado premium, fornecendo produtos de alto valor para aplicações farmacêuticas, nutracêuticas e de beleza. Sua expertise em formulações e aplicações avançadas torna desafiador para novos players entrar nesses segmentos de alto padrão, mantendo sua posição dominante no mercado.

O futuro do mercado é cada vez mais impulsionado pela inovação e escalabilidade, e não apenas pelo volume de produção. As oportunidades estão crescendo em áreas como proteínas alternativas, fermentação de precisão e soluções avançadas de ração, especialmente para aquicultura e nutrição animal. A adoção de tecnologias como seleção genômica, gestão de granjas baseada em inteligência artificial e sistemas de rastreabilidade digital está ajudando os fornecedores a atender a requisitos regulatórios mais rigorosos, ao mesmo tempo em que praticam preços mais elevados. O aumento dos custos de conformidade e certificações também está impulsionando a consolidação do mercado, favorecendo empresas verticalmente integradas que gerenciam toda a cadeia de suprimentos, desde o melhoramento genético e produção de ração até o processamento e extração de ingredientes.

Líderes do Setor de Proteína Animal da América do Sul

  1. Arla Foods amba

  2. Darling Ingredients Inc.

  3. GELITA AG

  4. Wilmar International

  5. Hilmar Cheese Company Inc.

  6. *Isenção de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem específica
Mercado de Proteína Animal da América do Sul
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Desenvolvimentos Recentes do Setor

  • Dezembro de 2025: O MAPA do Brasil aprovou o Lacprodan MFGM-10 para uso em alimentos e bebidas contendo proteína do soro de leite, o que representou um marco significativo nos esforços da Arla Foods Ingredients para expandir para o mercado brasileiro.
  • Setembro de 2025: A Nestlé Brasil anunciou planos de investir BRL 1 bilhão até 2028 para expandir e modernizar sua fábrica de café solúvel em Araras, São Paulo. Essa iniciativa representou o maior investimento entre as 18 unidades operacionais da empresa no Brasil. O investimento fez parte de um pacote mais amplo de BRL 7 bilhões alocado para o período 2025-2028. Além disso, a empresa visava fortalecer suas capacidades de produção de diversos produtos lácteos, incluindo queijos prato e mussarela, proteína do soro de leite, manteiga, cream cheese e misturas lácteas, em suas instalações em Ijuí, Teutônia, Santa Rosa e Três de Maio.
  • Janeiro de 2025: A Piracanjuba anunciou um investimento de BRL 499 milhões para estabelecer uma nova instalação de processamento de proteína do soro de leite e laticínios no Brasil. Essa iniciativa visava aumentar significativamente a capacidade doméstica de produção de soro de leite do país para atender à crescente demanda por produtos lácteos de alta qualidade.

Sumário do Relatório do Setor de Proteína Animal da América do Sul

1. INTRODUÇÃO

  • 1.1 Premissas do Estudo e ٱھԾçã do Mercado
  • 1.2 Escopo do Estudo

2. METODOLOGIA DE PESQUISA

3. SUMÁRIO EXECUTIVO

4. CENÁRIO DE MERCADO

  • 4.1 Visão Geral do Mercado
  • 4.2 Impulsionadores do Mercado
    • 4.2.1 A crescente conscientização sobre saúde e nutrição está incentivando maior ingestão de proteínas
    • 4.2.2 Uso crescente de proteína animal em alimentos processados, lanches e refeições prontas
    • 4.2.3 Demanda crescente por produtos cárneos processados e de valor agregado
    • 4.2.4 Consumo crescente de fontes de proteína acessíveis, como aves e ovos
    • 4.2.5 Demanda crescente por ingredientes de proteína animal em ração para animais de estimação e nutrição animal
    • 4.2.6 Avanços tecnológicos em melhoramento genético, saúde animal e eficiência alimentar
  • 4.3 Restrições do Mercado
    • 4.3.1 Alta exposição a surtos de doenças animais, como influenza aviária e febre aftosa
    • 4.3.2 Pressão crescente de proteínas vegetais e alternativas
    • 4.3.3 Aumento dos custos de conformidade relacionados a padrões de segurança alimentar, bem-estar animal e sustentabilidade
    • 4.3.4 Escassez de água e variabilidade climática estão impactando a produtividade pecuária
  • 4.4 Análise da Cadeia de Valor
  • 4.5 Perspectiva Regulatória
  • 4.6 Perspectiva Tecnológica
  • 4.7 Cinco Forças de Porter
    • 4.7.1 Ameaça de Novos Entrantes
    • 4.7.2 Poder de Barganha dos Compradores
    • 4.7.3 Poder de Barganha dos Fornecedores
    • 4.7.4 Ameaça de Produtos Substitutos
    • 4.7.5 Intensidade da Rivalidade Competitiva

5. PREVISÕES DE TAMANHO E CRESCIMENTO DO MERCADO (VALOR E VOLUME)

  • 5.1 Por Tipo de Proteína
    • 5.1.1 Caseína e Caseinatos
    • 5.1.2 DZáԴ
    • 5.1.3 Proteína de Ovo
    • 5.1.4 Gelatina
    • 5.1.5 Proteína de Inseto
    • 5.1.6 Proteína do Leite
    • 5.1.7 Proteína do Soro de Leite
    • 5.1.8 Outros
  • 5.2 Por Categoria
    • 5.2.1 âԾ
    • 5.2.2 Convencional
  • 5.3 Por Aplicação
    • 5.3.1 鲹çã
    • 5.3.2 Cuidados Pessoais e Cosméticos
    • 5.3.3 Alimentos e Bebidas
    • 5.3.3.1 ʲԾھçã
    • 5.3.3.2 Bebidas
    • 5.3.3.3 Cereais Matinais
    • 5.3.3.4 Condimentos/Molhos
    • 5.3.3.5 Confeitaria
    • 5.3.3.6 Produtos Lácteos e Alternativas Lácteas
    • 5.3.3.7 Produtos Alimentícios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
    • 5.3.3.8 Lanches
    • 5.3.4 Suplementos Nutricionais
    • 5.3.4.1 Alimentos para Bebês e Nutrição Infantil
    • 5.3.4.2 Nutrição para Idosos e Nutrição Médica
    • 5.3.4.3 Nutrição Esportiva/de Desempenho
  • 5.4 Por País
    • 5.4.1 Brasil
    • 5.4.2 DZô
    • 5.4.3 Chile
    • 5.4.4 Peru
    • 5.4.5 Argentina
    • 5.4.6 Restante da América do Sul

6. CENÁRIO COMPETITIVO

  • 6.1 Concentração do Mercado
  • 6.2 Movimentos Estratégicos
  • 6.3 Análise de Participação de Mercado
  • 6.4 Perfis de Empresas (inclui Visão Geral em Nível Global, Visão Geral em Nível de Mercado, Segmentos Principais, Dados Financeiros (quando disponíveis), Informações Estratégicas, Classificação/Participação de Mercado, Produtos e Serviços, Desenvolvimentos Recentes)
    • 6.4.1 Arla Foods amba
    • 6.4.2 Darling Ingredients Inc. (Rousselot)
    • 6.4.3 GELITA AG
    • 6.4.4 Wilmar International Ltd.
    • 6.4.5 Hilmar Cheese Company Inc.
    • 6.4.6 Kerry Group plc
    • 6.4.7 Lactoprot Deutschland GmbH
    • 6.4.8 Royal FrieslandCampina N.V.
    • 6.4.9 Saputo Inc.
    • 6.4.10 Tyson Foods Inc.
    • 6.4.11 Tangará Foods S.A.
    • 6.4.12 Fonterra Co-operative Group
    • 6.4.13 Glanbia plc
    • 6.4.14 Archer Daniels Midland Company
    • 6.4.15 Agropur Inc.
    • 6.4.16 CJ Selecta
    • 6.4.17 BRF Ingredients
    • 6.4.18 Novus International
    • 6.4.19 Bunge Ltd.
    • 6.4.20 Lauridsen Group Inc.

7. OPORTUNIDADES DE MERCADO E PERSPECTIVAS FUTURAS

Escopo do Relatório do Mercado de Proteína Animal da América do Sul

O mercado de proteína animal da América do Sul é segmentado por tipo de proteína, categoria, aplicação e país. Com base no tipo de proteína, o mercado é classificado em caseína e caseinatos, colágeno, proteína de ovo, gelatina, proteína de inseto, proteína do leite, proteína do soro de leite e outros. Com base na categoria, o mercado é classificado em orgânico e convencional. Com base na aplicação, o mercado é classificado em ração, cuidados pessoais e cosméticos, alimentos e bebidas e suplementos nutricionais. Por país, o mercado abrange Argentina, Brasil, DZô, Chile, Peru e Restante da América do Sul. As previsões de mercado são fornecidas em termos de valor (USD).   

Por Tipo de Proteína
Caseína e Caseinatos
DZáԴ
Proteína de Ovo
Gelatina
Proteína de Inseto
Proteína do Leite
Proteína do Soro de Leite
Outros
Por Categoria
âԾ
Convencional
Por Aplicação
鲹çã
Cuidados Pessoais e Cosméticos
Alimentos e BebidasʲԾھçã
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos Lácteos e Alternativas Lácteas
Produtos Alimentícios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Suplementos NutricionaisAlimentos para Bebês e Nutrição Infantil
Nutrição para Idosos e Nutrição Médica
Nutrição Esportiva/de Desempenho
Por País
Brasil
DZô
Chile
Peru
Argentina
Restante da América do Sul
Por Tipo de ProteínaCaseína e Caseinatos
DZáԴ
Proteína de Ovo
Gelatina
Proteína de Inseto
Proteína do Leite
Proteína do Soro de Leite
Outros
Por CategoriaâԾ
Convencional
Por Aplicação鲹çã
Cuidados Pessoais e Cosméticos
Alimentos e BebidasʲԾھçã
Bebidas
Cereais Matinais
Condimentos/Molhos
Confeitaria
Produtos Lácteos e Alternativas Lácteas
Produtos Alimentícios Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar
Lanches
Suplementos NutricionaisAlimentos para Bebês e Nutrição Infantil
Nutrição para Idosos e Nutrição Médica
Nutrição Esportiva/de Desempenho
Por PaísBrasil
DZô
Chile
Peru
Argentina
Restante da América do Sul

ٱھԾçã de mercado

  • Usuário Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera em base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, 鲹çã e Cuidados Pessoais e Cosméticos são considerados os consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que adquirem soro de leite líquido/em pó para uso como agente ligante, espessante ou outras aplicações não proteicas.
  • Taxa de Penetração - A Taxa de Penetração é definida como o percentual do Volume do Mercado de Usuário Final Enriquecido com Proteína em relação ao Volume Total do Mercado de Usuário Final.
  • Teor é徱 de Proteína - O teor médio de proteína é o conteúdo médio de proteína presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usuário final consideradas no escopo deste relatório.
  • Volume do Mercado de Usuário Final - O volume do mercado de usuário final é o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usuário final no país ou região.
Palavra-chaveٱھԾçã
Alfa-lactoalbumina (α-Lactoalbumina)É uma proteína que regula a produção de lactose no leite de quase todas as espécies de mamíferos.
ԴáÉ um composto orgânico que contém grupos funcionais tanto amino quanto ácido carboxílico, necessários para a síntese de proteínas corporais e outros compostos importantes contendo nitrogênio, como creatina, hormônios peptídicos e alguns neurotransmissores.
BranqueamentoÉ o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou água fervente.
BRCConsórcio Britânico de Varejo
Melhorador de pãoÉ uma mistura à base de farinha de vários componentes com propriedades funcionais específicas, projetada para modificar as características da massa e conferir atributos de qualidade ao pão.
BSFMosca-soldado-negra
CaseinatoÉ uma substância produzida pela adição de um álcali à caseína ácida, um derivado da caseína.
Doença celíacaA doença celíaca é uma reação imunológica à ingestão de glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio.
ColostroÉ um fluido leitoso liberado por mamíferos que deram à luz recentemente, antes do início da produção de leite materno.
ConcentradoÉ a forma menos processada de proteína e tem um teor proteico que varia de 40 a 90% em peso.
Base de proteína secaRefere-se ao percentual de "proteína pura" presente em um suplemento após a remoção completa da água por meio de calor.
Soro de leite em póÉ o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nada foi adicionado como conservante.
Proteína de ovoÉ uma mistura de proteínas individuais, incluindo ovalbumina, ovomucóide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina.
EmulsificanteÉ um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imiscíveis entre si, como óleo e água.
EnriquecimentoÉ o processo de adição de micronutrientes perdidos durante o processamento do produto.
ERSServiço de Pesquisa Econômica do USDA
ٰܲãÉ o processo de forçar ingredientes misturados e macios através de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrudado é então cortado em um tamanho específico por lâminas.
FavaTambém conhecida como faba, é outro nome para feijão-fava amarelo partido.
FDAAgência de Vigilância Sanitária e Alimentar dos Estados Unidos
dzܱçãÉ um processo no qual tipicamente um grão de cereal (como milho, trigo ou arroz) é quebrado em grânulos, cozido com aromas e xaropes e, em seguida, prensado em flocos entre rolos resfriados.
Agente espumanteÉ um ingrediente alimentar que possibilita a formação ou manutenção de uma dispersão uniforme de uma fase gasosa em um alimento líquido ou sólido.
Serviço de alimentaçãoRefere-se à parte do setor alimentício que inclui empresas, instituições e companhias que preparam refeições fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, operações de catering e muitos outros formatos.
ǰپھçãÉ a adição deliberada de micronutrientes que não são encontrados naturalmente nos alimentos ou que são perdidos durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto alimentício.
FSANZPadrões Alimentares Austrália Nova Zelândia
FSISServiço de Inspeção e Segurança Alimentar
FSSAIAutoridade de Segurança e Padrões Alimentares da Índia
Agente gelificanteÉ um ingrediente que funciona como estabilizante e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da formação de gel.
GHGGás de Efeito Estufa
ұúٱÉ uma família de proteínas encontradas em grãos, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada.
âԳ󲹳É uma classe botânica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal.
HidrolisadoÉ uma forma de proteína fabricada pela exposição da proteína a enzimas que podem quebrar parcialmente as ligações entre os aminoácidos da proteína e decompor proteínas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e acelera a digestão.
ᾱDzêԾRefere-se a uma substância que causa menos reações alérgicas.
IsoladoÉ a forma mais pura e mais processada de proteína, que passou por separação para obter uma fração proteica pura. Tipicamente contém ≥ 90% de proteína em peso.
QueratinaÉ uma proteína que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele.
LactoalbuminaÉ a albumina contida no leite e obtida do soro de leite.
LactoferrinaÉ uma glicoproteína ligante de ferro presente no leite da maioria dos mamíferos.
հ𳾴çSão as sementes de leguminosas amarelas do gênero Lupinus.
MillennialTambém conhecido como Geração Y ou Gen Y, refere-se às pessoas nascidas entre 1981 e 1996.
ѴDzԴDzáٰRefere-se a um animal com estômago de compartimento único. Exemplos de monogástricos incluem humanos, aves, suínos, cavalos, coelhos, cães e gatos. A maioria dos monogástricos geralmente é incapaz de digerir muitos materiais alimentares celulósicos, como gramíneas.
MPCConcentrado de proteína do leite
MPIIsolado de proteína do leite
MSPIIsolado de proteína de soja metilada
ѾDZdzٱíԲA micoproteína é uma forma de proteína unicelular, também conhecida como proteína fúngica, derivada de fungos para consumo humano.
ٰܳDzéپDzÉ uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos.
OsteoporoseÉ uma condição médica na qual os ossos se tornam frágeis e quebradiços devido à perda de tecido, tipicamente como resultado de alterações hormonais ou deficiência de cálcio ou vitamina D.
PDCAASO escore de aminoácidos corrigido pela digestibilidade proteica (PDCAAS) é um método de avaliação da qualidade de uma proteína com base tanto nos requisitos de aminoácidos dos humanos quanto na sua capacidade de digeri-la.
Consumo per capita de proteína animalÉ a quantidade média de proteína animal (como leite, soro de leite, gelatina, colágeno e proteínas de ovo) prontamente disponível para consumo por cada pessoa em uma população real.
Consumo per capita de proteína vegetalÉ a quantidade média de proteína vegetal (como proteínas de soja, trigo, ervilha, aveia e cânhamo) prontamente disponível para consumo por cada pessoa em uma população real.
QuornÉ uma proteína microbiana fabricada usando micoproteína como ingrediente, na qual a cultura fúngica é seca e misturada com albumina de ovo ou proteína de batata, que atua como aglutinante, e então tem sua textura ajustada e é prensada em diversas formas.
Pronto para CozinharRefere-se a produtos alimentícios que incluem todos os ingredientes, onde alguma preparação ou cozimento é necessário por meio de um processo indicado na embalagem.
Pronto para ConsumoRefere-se a um produto alimentício preparado ou cozido com antecedência, sem necessidade de cozimento ou preparação adicional antes de ser consumido.
RTDPronto para Beber
RTSPronto para Servir
Gordura saturadaÉ um tipo de gordura em que as cadeias de ácidos graxos possuem apenas ligações simples. É geralmente considerada prejudicial à saúde.
SalsichaÉ um produto cárneo feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que geralmente é recheada em uma tripa.
SeitanÉ um substituto de carne à base de plantas feito de glúten de trigo.
Cápsula moleÉ uma cápsula à base de gelatina com preenchimento líquido.
SPCConcentrado de proteína de soja
SPIIsolado de proteína de soja
EspirulinaÉ uma biomassa de cianobactérias que pode ser consumida por humanos e animais.
EstabilizanteÉ um ingrediente adicionado a produtos alimentícios para ajudar a manter ou melhorar sua textura original e características físicas e químicas.
ܱ𳾱ԳٲçãÉ o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras substâncias destinadas a complementar os nutrientes da dieta e corrigir deficiências nutricionais.
TexturizanteÉ um tipo específico de ingrediente alimentar usado para controlar e alterar a sensação na boca e a textura de produtos alimentícios e bebidas.
EspessanteÉ um ingrediente usado para aumentar a viscosidade de um líquido ou massa e torná-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades.
Gordura transTambém chamada de ácidos graxos trans-insaturados ou ácidos graxos trans, é um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne.
TSPProteína de soja texturizada
TVPProteína vegetal texturizada
WPCConcentrado de proteína do soro de leite
WPIIsolado de proteína do soro de leite

Metodologia de Pesquisa

A 鶹Ƶ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relatórios.

  • Etapa 1: Identificar as Variáveis-Chave: As variáveis-chave quantificáveis (do setor e externas) pertencentes ao segmento de produto específico e ao país são selecionadas a partir de um grupo de variáveis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revisão bibliográfica, juntamente com contribuições de especialistas primários. Essas variáveis são posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regressão (quando necessário).
  • Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previsão robusta, as variáveis e os fatores identificados na Etapa 1 são testados em relação aos números históricos de mercado disponíveis. Por meio de um processo iterativo, as variáveis necessárias para a previsão de mercado são definidas e o modelo é construído com base nessas variáveis.
  • Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os números de mercado, variáveis e avaliações dos analistas são validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa primária do mercado estudado. Os respondentes são selecionados em diferentes níveis e funções para gerar uma visão holística do mercado estudado.
  • Etapa 4: Resultados da Pesquisa: Relatórios Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura
Metodologia de Pesquisa
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