Tamanho e Participação do Mercado de Proteína da América do Sul

Análise do Mercado de Proteína da América do Sul por 鶹Ƶ
O tamanho do mercado de proteína da América do Sul é avaliado em USD 1,98 bilhão em 2026 e tem previsão de crescer para USD 2,61 bilhões até 2031, avançando a uma CAGR de 5,73% no período. Essa trajetória moderada segue a CAGR de 5,77% da região entre 2020 e 2025 e sinaliza uma transição da recuperação pós-pandemia para um crescimento mais estável, ancorado na cadeia de suprimentos. As proteínas vegetais, lideradas pela soja, já dominam o mercado, mas ainda registram os ganhos mais rápidos à medida que as dietas flexitarianas urbanas se expandem de São Paulo e Buenos Aires para cidades secundárias. As cadeias de valor integradas de oleaginosas a proteínas moldam agora a captura de margens, com a fusão Bunge-Viterra em 2025 e a aquisição da SJC Bioenergia pela Cargill ilustrando como as multinacionais aproveitam a escala para gerenciar a volatilidade das matérias-primas. Enquanto isso, a conformidade com a sustentabilidade, especialmente o Regulamento de Desmatamento da União Europeia, eleva os custos de rastreabilidade, inclinando a vantagem competitiva para processadores com monitoramento por satélite e sistemas digitais de abastecimento.
Principais Conclusões do Relatório
- Por fonte, as proteínas vegetais lideraram com 62,29% de participação no mercado de proteína da América do Sul em 2025 e têm projeção de registrar uma CAGR de 7,34% até 2031.
- Por usuário final, alimentos e bebidas capturaram 61,83% do tamanho do mercado de proteína da América do Sul em 2025, enquanto cuidados pessoais e cosméticos estão posicionados para a CAGR mais rápida de 7,04% até 2031.
- Por país, o Brasil deteve 60,18% de participação no mercado de proteína da América do Sul em 2025 e tem previsão de expandir a uma CAGR de 6,75% até 2031.
Nota: O tamanho do mercado e os números de previsão neste relatório são gerados usando a estrutura de estimativa proprietária da 鶹Ƶ, atualizada com os dados e percepções mais recentes disponíveis em janeiro de 2026.
Tendências e Perspectivas do Mercado de Proteína da América do Sul
Análise de Impacto dos Impulsionadores*
| Impulsionador | (~) % de Impacto na Previsão de CAGR | Relevância Geográfica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Crescente demanda por alternativas à base de plantas e veganas impulsionada pela transição para dietas flexitarianas | +1.2% | Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro), Argentina (Buenos Aires), Chile (Santiago, Valparaíso) | é徱 prazo (2-4 anos) |
| Tendências de nutrição esportiva e saúde preventiva | +0.9% | Centros urbanos do Brasil, Argentina e Chile; expansão para DZô e Peru | é徱 prazo (2-4 anos) |
| Incentivos governamentais para expandir a capacidade de processamento de soja e ervilha | +1.5% | Brasil (Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso), Argentina (Santa Fé, Córdoba) | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Impacto das tendências de rótulo limpo nas preferências por proteínas | +0.8% | Varejo premium doméstico no Brasil e no Chile | é徱 prazo (2-4 anos) |
| Aumento na fabricação contratada de proteína vegetal extrusada no Paraná e em Santa Catarina | +0.6% | Brasil (Paraná, Santa Catarina) | Curto prazo (≤ 2 anos) |
| Investimentos em instalações de processamento e aquisições locais | +0.7% | Brasil, Argentina; expansão seletiva no Peru e na DZô | é徱 prazo (2-4 anos) |
| Fonte: 鶹Ƶ | |||
Crescente demanda por alternativas à base de plantas e veganas impulsionada pela transição para dietas flexitarianas
A crescente preferência por alternativas à base de plantas e veganas é impulsionada pela transição para dietas flexitarianas, nas quais os consumidores reduzem o consumo de carne priorizando produtos de rótulo limpo. Essa tendência posicionou o segmento de proteína vegetal como líder de mercado, respondendo por aproximadamente 63% da participação, sustentado pelo aumento do vegetarianismo e pelas altas taxas de intolerância à lactose, que afetam 60-80% da população e impulsionam a demanda por alternativas não lácteas. Uma pesquisa de 2024 realizada pela Sociedade Vegetariana Brasileira destaca que 7% da população do Brasil, ou cerca de 14 milhões de indivíduos, se identificam como veganos ou vegetarianos, refletindo a redução do consumo de carne e reforçando a liderança regional do Brasil de 61%, sustentada por sua significativa produção de soja [1]Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira, "Mercado Vegano," svb.org.br. Investimentos em instalações de processamento e aquisições por fabricantes de ingredientes proteicos, como a Roquette Frères, que fornece isolados de proteína de ervilha para alternativas de panificação e laticínios, viabilizam inovações escaláveis de rótulo limpo para consumidores flexitarianos que buscam opções sem alérgenos. Startups especializadas em proteínas sustentáveis de ervilha e soja complementam esses esforços, alinhando-se às tendências de nutrição esportiva, nas quais marcas como a Ingredion fornecem ingredientes de proteína de arroz e ervilha para alimentos funcionais. O segmento de alimentos e bebidas, com 61% de participação de mercado, registra forte demanda por alternativas de panificação e laticínios vinculadas às preferências por rótulo limpo, com empresas como a Cargill oferecendo produtos de proteína de soja que replicam texturas animais. Inovações em agrotecnologia na Argentina ampliam ainda mais os rendimentos de proteína vegetal, impulsionando a diversificação ética e consciente da saúde, à medida que as proteínas vegetais superam as de origem animal.
Tendências de nutrição esportiva e saúde preventiva
As tendências de nutrição esportiva e saúde preventiva estão impulsionando o crescimento no mercado de proteína da América do Sul, particularmente no segmento de suplementos e cuidados pessoais, que é a categoria de usuário final de crescimento mais rápido. Os consumidores estão cada vez mais focados na recuperação muscular e no bem-estar, apoiados pelo aumento da participação em atividades físicas. Uma pesquisa de 2024 realizada pela J. Wallin Opinion Research para a Health & Fitness Association revelou que 61% dos latino-americanos em áreas urbanas selecionadas se exercitam várias vezes por semana, enquanto 78% praticam atividade física pelo menos algumas vezes por mês [2]Fonte: Health & Fitness Association, "Pesquisa de Consumidores de Fitness na América Latina 2024," healthandfitness.org. Essa tendência em direção à saúde e ao condicionamento físico está alinhada com a crescente adoção de dietas à base de plantas e a alta prevalência de intolerância à lactose (60-80%), impulsionando a demanda por ingredientes proteicos não lácteos em shakes de desempenho. O Brasil lidera a região com 60% de participação de mercado, e as aplicações de alimentos e bebidas respondem por 61% do mercado. Fabricantes de ingredientes proteicos, como a Glanbia Nutritionals, estão atendendo a essa demanda com isolados de proteína de soro de leite e proteína vegetal otimizados para biodisponibilidade, apoiando a saúde preventiva e opções sem alérgenos para flexitarianos ativos. Investimentos em instalações de processamento estão fomentando inovações em proteínas sustentáveis de ervilha e soja, atendendo a frequentadores de academias que buscam soluções de recuperação com rótulo limpo, enquanto alternativas de panificação e laticínios estendem esses benefícios aos lanches do dia a dia. A integração vertical garante operações confiáveis na cadeia de suprimentos, contrapondo a concorrência fragmentada e apoiando o lançamento de produtos veganos com rótulo limpo. Os avanços em agrotecnologia na Argentina estão aprimorando os rendimentos de proteína para formulações voltadas ao condicionamento físico, enquanto as proteínas marinhas e de farinha de peixe no Peru atendem às diversas necessidades dos atletas. As proteínas vegetais estão desafiando cada vez mais a dominância das proteínas de origem animal por meio da diversificação focada em saúde, com as ofertas da Glanbia conectando o bem-estar preventivo e o desempenho nos mercados urbanos de fitness.
Incentivos governamentais para expandir a capacidade de processamento de soja e ervilha
Os incentivos governamentais para expandir as capacidades de processamento de soja e ervilha estão impulsionando o crescimento no mercado de proteína em toda a América do Sul. Essas iniciativas canalizam financiamento subsidiado para a produção de valor agregado, beneficiando significativamente o Brasil, que detém 61% de participação regional no mercado devido à sua forte produção de soja. O Plano Safra 2024/25 do Brasil alocou USD 88,2 bilhões (BRL 475,5 bilhões) em crédito subsidiado para produtores e processadores agrícolas, visando um aumento de 12% na capacidade doméstica de esmagamento de soja até 2027. Essa abordagem reduz a dependência das exportações de grãos brutos e amplia a produção doméstica de farelo de proteína de soja com valor agregado, conforme relatado pelo USDA Brasil. A política garante um fornecimento estável de matéria-prima e reduz os custos para fabricantes de ingredientes proteicos, como a Bunge, viabilizando a produção escalável de concentrados de proteína de soja para alternativas de panificação e laticínios, particularmente relevante dadas as altas taxas de intolerância à lactose na região. Além disso, a integração vertical por parte das empresas fortalece o controle da cadeia de suprimentos, abordando a concorrência fragmentada em um mercado onde as proteínas vegetais respondem por aproximadamente 63% da participação. Na Argentina, os diferenciais de imposto de exportação — 31% para farelo de soja versus 33% para grãos brutos em 2025 — incentivam o esmagamento doméstico e a produção de concentrado de proteína, embora a incerteza política sob o governo Milei levante preocupações sobre a continuidade das políticas [3]Fonte: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), "Argentina Reduz Permanentemente os Impostos de Exportação Agrícola - Agosto de 2025," apps.fas.usda.gov . Essas medidas também apoiam as tendências de nutrição esportiva e as aplicações de alimentos e bebidas, que detêm 61% de participação de mercado, reforçando a liderança das proteínas vegetais sobre os segmentos de origem animal e atendendo às demandas dos consumidores flexitarianos e às tendências de saúde preventiva.
Impacto das tendências de rótulo limpo nas preferências por proteínas
A tendência de rótulo limpo está remodelando as preferências por ingredientes proteicos, compelindo os fabricantes de alimentos e bebidas a priorizar transparência, simplicidade e abastecimento natural em toda a cadeia de suprimentos. A demanda dos consumidores por componentes proteicos minimamente processados e reconhecíveis, combinada com pressões regulatórias por rotulagem clara em países como Brasil e Argentina, está impulsionando a adoção de proteínas à base de plantas que se alinham aos padrões de rótulo limpo. Os fornecedores estão cada vez mais oferecendo opções como proteínas de ervilha e soja, que são naturalmente não transgênicas e adequadas para alérgenos, tornando-as adequadas para rotulagem transparente e atraentes para consumidores conscientes da saúde e atentos aos rótulos. Os isolados de proteína de ervilha VITESSENCE® da Ingredion, por exemplo, fornecem soluções de rótulo limpo, não transgênicas e sem glúten que permitem às marcas atender às expectativas dos consumidores por listas de ingredientes simples, ao mesmo tempo em que aprimoram os perfis nutricionais em produtos como bebidas e lanches. Da mesma forma, a proteína de ervilha PURIS™ da Cargill oferece ingredientes certificados orgânicos e não transgênicos que apoiam formulações de rótulo limpo e atendem à crescente preferência por componentes naturais e rastreáveis. Essas tendências ressaltam uma mudança em direção a ingredientes proteicos vegetais e transparentes, com os fornecedores alinhando suas estratégias de produção e abastecimento para atender às expectativas evolutivas dos consumidores e aos requisitos regulatórios, evitando aditivos desnecessários ou formulações complexas.
Análise de Impacto das Restrições*
| ٰçã | (~) % de Impacto na Previsão de CAGR | Relevância Geográfica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Preços voláteis de matérias-primas | -0.6% | Brasil, Argentina (soja, ervilha); expansão para Peru e DZô (dependentes de importação) | Curto prazo (≤ 2 anos) |
| Altos custos de processamento de proteína vegetal premium | -0.4% | Brasil, Argentina (certificação não transgênica e orgânica); Chile (proteínas especiais dependentes de importação) | é徱 prazo (2-4 anos) |
| Interrupções na cadeia de suprimentos por volatilidade macroeconômica | -0.3% | Regional (flutuações cambiais, congestionamento portuário); Argentina (incerteza política) | Curto prazo (≤ 2 anos) |
| Encargos rigorosos de conformidade com a sustentabilidade | -0.5% | Brasil (rastreabilidade do Regulamento de Desmatamento da UE), Argentina (certificação de exportação); Chile (padrões de importação) | Longo prazo (≥ 4 anos) |
| Fonte: 鶹Ƶ | |||
Preços voláteis de matérias-primas
Os preços voláteis de matérias-primas representam um desafio significativo para os fabricantes de ingredientes proteicos na América do Sul, perturbando o planejamento de custos e a estabilidade das margens. Por exemplo, os preços da soja no Brasil caíram 6–6,5% em agosto de 2024 devido a colheitas recordes; no entanto, fatores como secas provocadas pelo La Niña e mudanças nas políticas de imposto de exportação da Argentina continuam a causar flutuações trimestrais acentuadas nas margens de esmagamento regionais, complicando as estratégias de precificação. Essa instabilidade impacta os fornecedores que dependem de insumos consistentes de farelo e isolado de soja para concentrados proteicos utilizados em aplicações de alimentos e ração. Importadores líquidos como Peru e DZô enfrentam desafios adicionais, pois picos repentinos de preços regionais levam à inflação de repasse, limitando sua capacidade de escalar o processamento doméstico de proteínas sem contratos de aquisição de longo prazo para estabilizar os custos de matéria-prima. Os fabricantes preferem cada vez mais fornecedores verticalmente integrados ou globalmente diversificados para mitigar os riscos de abastecimento. Empresas como Bunge e Louis Dreyfus Company, com operações que abrangem a originação de soja, esmagamento e processamento de ingredientes proteicos na América do Sul, estão melhor posicionadas para gerenciar choques de matérias-primas e garantir a continuidade do fornecimento. Em contrapartida, processadores regionais menores sem capacidades de hedge enfrentam compressão de margens, restringindo sua capacidade de expansão e inovação. Esse ambiente reforça a preferência dos compradores por fornecedores de grande escala com expertise em gestão de riscos, desacelerando o crescimento do mercado e os investimentos na região.
Altos custos de processamento de proteína vegetal premium
Os altos custos associados ao processamento de proteína vegetal premium representam um desafio significativo, restringindo a escalabilidade e a viabilidade comercial para formatos de ingredientes de rótulo limpo na América do Sul. Os isolados de proteína de soja orgânicos e não transgênicos exigem prêmios de preço de 30–50% em relação às variantes convencionais, enquanto a limitada área cultivada de soja não transgênica no Brasil cria gargalos persistentes de fornecimento para exportadores que visam os padrões de rótulo limpo da UE e da América do Norte. Essas escassezes aumentam os riscos de aquisição e restringem volumes de fornecimento consistentes para fabricantes de ingredientes proteicos. Os custos de certificação para status orgânico e não transgênico acrescentam ainda USD 50–80 por tonelada às despesas de processamento, afetando desproporcionalmente os processadores regionais menores com poder de precificação limitado. Como resultado, muitos fornecedores repassam esses custos mais elevados para os elos seguintes da cadeia, reduzindo a adoção em mercados domésticos de alimentos e bebidas sensíveis ao preço. Processadores maiores com abastecimento verticalmente integrado e infraestrutura de certificação estão melhor posicionados para enfrentar esses desafios. Por exemplo, a Caramuru Alimentos no Brasil investiu no esmagamento de soja não transgênica com identidade preservada e na produção de ingredientes proteicos para apoiar formulações de grau exportação, embora a escalabilidade de volume permaneça restrita. Consequentemente, a proteína vegetal premium está concentrada em aplicações orientadas à exportação, em vez de uso doméstico em massa, com os elevados custos de processamento e certificação continuando a dificultar uma adoção mais ampla em toda a região.
*Nossas previsões tratam os impactos dos impulsionadores e restrições como direcionais, e não aditivos. As previsões de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composição e as interações entre variáveis.
Análise de Segmentos
Por Fonte: A Dominância da Soja Mascara o Surgimento da Proteína Microbiana
As proteínas vegetais representaram 62,29% da participação de mercado em 2025 e têm projeção de crescer a uma CAGR de 7,34% até 2031. A proteína de soja, incluindo proteína de soja texturizada, isolados de soja e concentrados de soja, beneficia-se da posição do Brasil como o maior produtor de soja. A proteína de ervilha está ganhando impulso na Argentina, impulsionada pelas práticas de rotação de culturas para aumentar os níveis de nitrogênio no solo e pelas oportunidades de exportação premium de ervilhas amarelas utilizadas na produção europeia de carne à base de plantas. No entanto, a capacidade limitada de processamento doméstico na Argentina restringe a produção de concentrados proteicos de valor agregado, com a maioria das ervilhas exportadas como produto bruto. A proteína de trigo, particularmente o glúten de trigo vital, enfrenta concorrência do glúten europeu importado com propriedades funcionais superiores, enquanto as proteínas de arroz, batata e cânhamo permanecem nichos devido a restrições regulatórias e funcionais.
As proteínas animais, incluindo proteína de soro de leite, colágeno e proteína de ovo, detiveram uma participação significativa em 2025. A proteína de soro de leite beneficia-se da expansão do setor lácteo do Brasil, enquanto o colágeno e a gelatina, derivados do processamento regional de carne bovina e suína, são cada vez mais utilizados em aplicações de cuidados pessoais e nutracêuticos. A proteína de ovo permanece um segmento premium, mas é limitada pela capacidade doméstica restrita de fracionamento e pela dependência de importações para pó de clara de ovo de alta pureza. As proteínas microbianas, como algas e micoproteína, são o segmento de crescimento mais rápido, embora a escalabilidade e os obstáculos regulatórios limitem sua adoção mais ampla. A proteína de algas é utilizada em ração para aquicultura e na fortificação de alimentos funcionais, enquanto a micoproteína, derivada da fermentação fúngica, requer extensa documentação de segurança para aprovação nos principais mercados.

Por Usuário Final: Cuidados Pessoais Superam o Crescimento de Alimentos
Alimentos e bebidas responderam por 61,83% da demanda de usuários finais em 2025, enquanto cuidados pessoais e cosméticos emergiram como o segmento de crescimento mais rápido, com uma CAGR de 7,04%. Esse crescimento é atribuído ao uso crescente de hidrolisados de colágeno e queratina provenientes de abatedouros regionais para atender aos requisitos de rótulo limpo e rastreabilidade nos mercados de exportação. A categoria de carnes, aves, frutos do mar e alternativas está se expandindo rapidamente, apoiada pela joint venture Marfrig-ADM PlantPlus Foods, que fornece proteína de soja texturizada para redes de serviços de alimentação brasileiras. As bebidas, particularmente sucos enriquecidos com proteína e shakes prontos para beber, estão ganhando tração nos centros urbanos, com inovações como a solução de bebida de suco proteico da Arla Foods Ingredients introduzida em agosto de 2025. ʲԾھçã, cereais matinais e lanches estão incorporando proteínas de soja e soro de leite para fortificação, embora desafios de sabor e textura limitem o carregamento de proteína a 10-15% em peso. Os alimentos prontos para consumo/prontos para cozinhar e condimentos/molhos estão usando cada vez mais proteínas como ligantes e emulsificantes funcionais, com as tendências de rótulo limpo favorecendo proteínas de ovo e ervilha em detrimento de amidos modificados.
Os suplementos representam uma participação de mercado significativa, liderados por suplementos esportivos e dietéticos, seguidos por alimentos para bebês, fórmulas infantis e nutrição para idosos e nutrição médica. As fórmulas infantis enfrentam requisitos composicionais rigorosos sob os padrões do Codex Alimentarius (CXS 72-1981), limitando o uso de novas proteínas vegetais sem ensaios clínicos para demonstrar equivalência nutricional. No Chile, o segmento de nutrição para idosos e nutrição médica está crescendo devido ao envelhecimento da população, impulsionando a demanda por proteínas hidrolisadas e misturas de aminoácidos. Além disso, a ração animal permanece um segmento-chave, com o farelo de soja dominando as rações de aves e suínos. Em cuidados pessoais e cosméticos, peptídeos de colágeno e hidrolisados de queratina são amplamente utilizados em formulações antienvelhecimento e de cuidados capilares, com fornecedores brasileiros atendendo aos requisitos de rastreabilidade do Regulamento de Desmatamento da UE para mercados de exportação.

Análise Geográfica
Espera-se que o Brasil mantenha uma posição dominante no mercado de proteína, com uma participação de mercado projetada de 60,18% em 2025 e uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 6,75% até 2031. Essa liderança é impulsionada por seu status como o maior produtor global de soja e um crescente polo para ingredientes proteicos de valor agregado. O Panorama Agrícola OCDE-FAO 2025-2034 prevê que a produção de soja do Brasil atingirá 169 milhões de toneladas até 2034, garantindo uma vantagem de custo em matéria-prima que os concorrentes não conseguem replicar. Além disso, o Paraná e Santa Catarina emergiram como regiões-chave para a fabricação contratada de proteínas vegetais extrusadas.
A Argentina, o segundo maior mercado, beneficia-se de políticas de imposto de exportação que favorecem produtos processados, com o farelo de soja tributado a 31% em comparação com 33% para a soja bruta. Isso incentiva o esmagamento doméstico e a produção de concentrado de proteína. No entanto, a incerteza política sob o governo Milei levanta preocupações sobre a estabilidade das políticas de longo prazo. Os agricultores estão incorporando cada vez mais ervilhas amarelas nas rotações de culturas para capturar preços de exportação premium de fabricantes europeus de carne à base de plantas. Apesar dessa diversificação, a capacidade limitada de esmagamento doméstico resulta na exportação da maior parte da produção de ervilha amarela como ervilhas brutas, em vez de concentrados proteicos processados.
Mercados menores como Peru, DZô e Chile dependem fortemente de importações para proteínas especiais. O USDA FAS Peru relata que a soja e o farelo de soja são principalmente provenientes do Brasil e da Argentina, com os fluxos comerciais influenciados pela produção regional de culturas e pela logística. No Chile, a crescente demanda dos consumidores por produtos ricos em proteína e convenientes está impulsionando a expansão de ofertas de marca própria e capacidade de processamento, criando oportunidades para proteínas de soro de leite premium e proteínas lácteas especializadas. Enquanto isso, países como Paraguai, Uruguai, Equador e Bolívia exibem crescimento modesto, impulsionado pela expansão dos setores de avicultura e aquicultura, mas permanecem dependentes de importações devido às limitadas capacidades de processamento doméstico.
Cenário Competitivo
O mercado de ingredientes proteicos na América do Sul é caracterizado por fragmentação moderada. Processadores multinacionais como ADM, Cargill e Ingredion dominam os ingredientes proteicos de soja, trigo e milho em grandes volumes por meio de redes integradas de originação e esmagamento. Essas empresas aproveitam sua escala, laboratórios globais de aplicação e infraestrutura de exportação para atender às demandas dos fabricantes multinacionais de alimentos por qualidade consistente e segurança de fornecimento. Enquanto isso, especialistas regionais como a Gelnex no Brasil estabeleceram posições sólidas em peptídeos de colágeno ao utilizar a proximidade com matérias-primas bovinas e aderir a padrões de processamento de grau farmacêutico. Essa coexistência de eficiência orientada pela escala e especialização em nichos molda as estratégias de aquisição em aplicações de alimentos, bebidas e nutrição.
Os processadores regionais estão cada vez mais focados em segmentos de nicho, incluindo peptídeos de colágeno de rótulo limpo, isolados de soja não transgênicos e fabricação contratada para análogos de carne à base de plantas. Empresas como a Caramuru Alimentos expandiram suas ofertas de isolados de proteína de soja não transgênica com identidade preservada para atender a aplicações de rótulo limpo orientadas à exportação, particularmente para os mercados da UE e da América do Norte. Esses players regionais se diferenciam por meio de funcionalidade personalizada, rastreabilidade e ciclos mais rápidos de iteração de produtos, em vez de competir por volume. Essa especialização permite que se integrem mais profundamente nos pipelines de pesquisa e desenvolvimento dos clientes, fomentando parcerias de longo prazo. Como resultado, a concorrência está migrando de dinâmicas baseadas em preço para desempenho em aplicações e conformidade com padrões de rótulo limpo, reforçando a importância estratégica dos fabricantes regionais de médio porte.
As oportunidades em proteínas microbianas, como algas e micoproteína, permanecem subdesenvolvidas devido aos altos custos de produção e desafios regulatórios. No entanto, essas proteínas oferecem potencial de diferenciação para formulações sem alérgenos e focadas em sustentabilidade. Startups no Brasil e na Argentina estão aproveitando a pesquisa da EMBRAPA sobre concentrados de proteína de lentilha e grão-de-bico para desenvolver novas proteínas vegetais com perfis de alérgenos mais baixos do que a soja. Escalar essas inovações além da produção piloto requer investimento significativo, infraestrutura de fermentação e parcerias com processadores estabelecidos. Grupos de ingredientes como a Tereos, com expertise existente em amidos e proteínas à base de plantas, estão bem posicionados para integrar essas novas proteínas em suas cadeias de suprimentos. Essa dinâmica destaca o papel da colaboração na condução da evolução de longo prazo do mercado de ingredientes proteicos da América do Sul.
Líderes do Setor de Proteína da América do Sul
Archer Daniels Midland Company
Kerry Group plc
Ingredion Incorporated
BRF S.A.
Cargill Incorporated
- *Isenção de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem específica

Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Dezembro de 2025: A empresa brasileira de tecnologia alimentar Typcal estabeleceu a primeira instalação de fermentação de micélio em grande escala da América Latina em Pinhais, próximo a Curitiba. Esse desenvolvimento seguiu-se a uma rodada de captação de recursos de USD 2 milhões (BRL 10 milhões) apoiada por investidores locais e pelo acelerador belga Biotope. A instalação permitiu à Typcal fazer a transição para a produção em escala comercial de ingredientes proteicos à base de micélio, com planos de iniciar as vendas na América Latina e na Europa até 2026. Essa iniciativa visou impulsionar a expansão de produtos e a inovação em soluções proteicas sustentáveis.
- Dezembro de 2025: As autoridades brasileiras aprovaram o Lacprodan MFGM-10 da Arla Foods Ingredients para inclusão em produtos alimentícios e bebidas onde o concentrado de proteína de soro de leite era permitido. O Lacprodan MFGM-10 fazia parte da linha de produtos MFGM da Arla Foods Ingredients, combinando proteína de soro de leite com lipídios complexos do leite e nutrientes adicionais.
- Fevereiro de 2025: A Arla Foods Ingredients introduziu um conjunto de ferramentas destinado a apoiar os fabricantes de alimentos funcionais da América do Sul no desenvolvimento de sobremesas lácteas ricas em proteína. Essa solução incluía 12 receitas utilizando sua linha Nutrilac ProteinBoost, viabilizando a produção de sobremesas com baixo teor de gordura e textura cremosa e suave.
Escopo do Relatório do Mercado de Proteína da América do Sul
Animal, Microbiana, Vegetal são cobertos como segmentos por Fonte. Ração Animal, Alimentos e Bebidas, Cuidados Pessoais e Cosméticos, Suplementos são cobertos como segmentos por Usuário Final. Argentina, Brasil são cobertos como segmentos por País.| Animal | Caseína e Caseinatos |
| DZáԴ | |
| Proteína de Ovo | |
| Gelatina | |
| Proteína de Inseto | |
| Proteína do Leite | |
| Proteína de Soro de Leite | |
| Outra Proteína Animal | |
| Microbiana | Proteína de Algas |
| ѾDZdzٱíԲ | |
| Vegetal | Proteína de âԳ |
| Proteína de Ervilha | |
| Proteína de Batata | |
| Proteína de Arroz | |
| Proteína de Soja | |
| Proteína de Trigo | |
| Outra Proteína Vegetal |
| Ração Animal | |
| Alimentos e Bebidas | ʲԾھçã |
| Bebidas | |
| Cereais Matinais | |
| Condimentos/Molhos | |
| Confeitaria | |
| Laticínios e Alternativas Lácteas | |
| Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas | |
| Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar | |
| Lanches | |
| Cuidados Pessoais e Cosméticos | |
| Suplementos | Alimentos para Bebês e Fórmulas Infantis |
| Nutrição para Idosos e Nutrição Médica | |
| Suplementos Esportivos e Dietéticos |
| Brasil |
| Argentina |
| Peru |
| DZô |
| Chile |
| Restante da América do Sul |
| Por Fonte | Animal | Caseína e Caseinatos |
| DZáԴ | ||
| Proteína de Ovo | ||
| Gelatina | ||
| Proteína de Inseto | ||
| Proteína do Leite | ||
| Proteína de Soro de Leite | ||
| Outra Proteína Animal | ||
| Microbiana | Proteína de Algas | |
| ѾDZdzٱíԲ | ||
| Vegetal | Proteína de âԳ | |
| Proteína de Ervilha | ||
| Proteína de Batata | ||
| Proteína de Arroz | ||
| Proteína de Soja | ||
| Proteína de Trigo | ||
| Outra Proteína Vegetal | ||
| Por Usuário Final | Ração Animal | |
| Alimentos e Bebidas | ʲԾھçã | |
| Bebidas | ||
| Cereais Matinais | ||
| Condimentos/Molhos | ||
| Confeitaria | ||
| Laticínios e Alternativas Lácteas | ||
| Carnes/Aves/Frutos do Mar e Alternativas | ||
| Alimentos Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar | ||
| Lanches | ||
| Cuidados Pessoais e Cosméticos | ||
| Suplementos | Alimentos para Bebês e Fórmulas Infantis | |
| Nutrição para Idosos e Nutrição Médica | ||
| Suplementos Esportivos e Dietéticos | ||
| Por País | Brasil | |
| Argentina | ||
| Peru | ||
| DZô | ||
| Chile | ||
| Restante da América do Sul | ||
ٱھԾçã de mercado
- Usuário Final - O Mercado de Ingredientes Proteicos opera em base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ração Animal e Cuidados Pessoais e Cosméticos são considerados consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que adquirem soro de leite líquido/seco para uso como agente ligante, espessante ou outras aplicações não proteicas.
- Taxa de Penetração - A Taxa de Penetração é definida como o percentual do Volume do Mercado de Usuário Final Enriquecido com Proteína em relação ao Volume Total do Mercado de Usuário Final.
- Teor é徱 de Proteína - O teor médio de proteína é o conteúdo médio de proteína presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usuário final consideradas no escopo deste relatório.
- Volume do Mercado de Usuário Final - O volume do mercado de usuário final é o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usuário final no país ou região.
| Palavra-chave | ٱھԾçã |
|---|---|
| Alfa-lactoalbumina (α-Lactoalbumina) | É uma proteína que regula a produção de lactose no leite de quase todas as espécies de mamíferos. |
| Դá | É um composto orgânico que contém grupos funcionais tanto amino quanto ácido carboxílico, necessários para a síntese de proteínas corporais e outros compostos importantes contendo nitrogênio, como creatina, hormônios peptídicos e alguns neurotransmissores. |
| Branqueamento | É o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou água fervente. |
| BRC | British Retail Consortium |
| Melhorador de pão | É uma mistura à base de farinha de vários componentes com propriedades funcionais específicas, projetada para modificar as características da massa e conferir atributos de qualidade ao pão. |
| BSF | Mosca-soldado-negra |
| Caseinato | É uma substância produzida pela adição de um álcali à caseína ácida, um derivado da caseína. |
| Doença celíaca | A doença celíaca é uma reação imunológica à ingestão de glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio. |
| Colostro | É um fluido leitoso liberado por mamíferos que deram à luz recentemente, antes do início da produção de leite materno. |
| Concentrado | É a forma menos processada de proteína e possui um teor proteico que varia de 40-90% em peso. |
| Base de proteína seca | Refere-se ao percentual de "proteína pura" presente em um suplemento após a remoção completa da água por meio de calor. |
| Soro de leite seco | É o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nada foi adicionado como conservante. |
| Proteína de ovo | É uma mistura de proteínas individuais, incluindo ovalbumina, ovomucóide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e vitelenina. |
| Emulsificante | É um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imiscíveis entre si, como óleo e água. |
| Enriquecimento | É o processo de adição de micronutrientes perdidos durante o processamento do produto. |
| ERS | Serviço de Pesquisa Econômica do USDA |
| ٰܲã | É o processo de forçar ingredientes misturados e macios através de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrusado é então cortado em um tamanho específico por lâminas. |
| Fava | Também conhecida como faba, é outro nome para feijão-fava partido amarelo. |
| FDA | Agência de Alimentos e Medicamentos |
| dzܱçã | É um processo no qual tipicamente um grão de cereal (como milho, trigo ou arroz) é quebrado em grânulos, cozido com aromas e xaropes e, em seguida, prensado em flocos entre rolos resfriados. |
| Agente espumante | É um ingrediente alimentar que torna possível formar ou manter uma dispersão uniforme de uma fase gasosa em um alimento líquido ou sólido. |
| Serviços de alimentação | Refere-se à parte da indústria alimentícia que inclui empresas, instituições e companhias que preparam refeições fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas escolares e hospitalares, operações de catering e muitos outros formatos. |
| ǰپھçã | É a adição deliberada de micronutrientes que não são encontrados naturalmente nos alimentos ou que são perdidos durante o processamento, para melhorar o valor nutricional de um produto alimentício. |
| FSANZ | Padrões Alimentares Austrália Nova Zelândia |
| FSIS | Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar |
| FSSAI | Autoridade de Segurança e Padrões Alimentares da Índia |
| Agente gelificante | É um ingrediente que funciona como estabilizante e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da formação de gel. |
| GHG | Gás de Efeito Estufa |
| ұúٱ | É uma família de proteínas encontradas em grãos, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada. |
| âԳ | É uma classe botânica de cultivares de Cannabis sativa cultivados especificamente para uso industrial ou medicinal. |
| Hidrolisado | É uma forma de proteína fabricada pela exposição da proteína a enzimas que podem quebrar parcialmente as ligações entre os aminoácidos da proteína e decompor proteínas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e acelera a digestão. |
| ᾱDzêԾ | Refere-se a uma substância que causa menos reações alérgicas. |
| Isolado | É a forma mais pura e mais processada de proteína, que passou por separação para obter uma fração proteica pura. Tipicamente contém ≥ 90% de proteína em peso. |
| Queratina | É uma proteína que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele. |
| Lactoalbumina | É a albumina contida no leite e obtida do soro de leite. |
| Lactoferrina | É uma glicoproteína ligante de ferro presente no leite da maioria dos mamíferos. |
| հç | São as sementes de leguminosas amarelas do gênero Lupinus. |
| Millennial | Também conhecido como Geração Y ou Gen Y, refere-se às pessoas nascidas entre 1981 e 1996. |
| ѴDzԴDzáٰ | Refere-se a um animal com estômago de compartimento único. Exemplos de monogástricos incluem humanos, aves, suínos, cavalos, coelhos, cães e gatos. A maioria dos monogástricos geralmente é incapaz de digerir grande parte dos materiais alimentares celulósicos, como gramíneas. |
| MPC | Concentrado de proteína do leite |
| MPI | Isolado de proteína do leite |
| MSPI | Isolado de proteína de soja metilada |
| ѾDZdzٱíԲ | A micoproteína é uma forma de proteína unicelular, também conhecida como proteína fúngica, derivada de fungos para consumo humano. |
| ٰܳDzéپDz | É uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos. |
| Osteoporose | É uma condição médica na qual os ossos se tornam frágeis e quebradiços devido à perda de tecido, tipicamente como resultado de mudanças hormonais ou deficiência de cálcio ou vitamina D. |
| PDCAAS | O escore de aminoácidos corrigido pela digestibilidade proteica (PDCAAS) é um método de avaliação da qualidade de uma proteína com base tanto nos requisitos de aminoácidos dos humanos quanto em sua capacidade de digeri-la. |
| Consumo per capita de proteína animal | É a quantidade média de proteína animal (como leite, soro de leite, gelatina, colágeno e proteínas de ovo) prontamente disponível para consumo por cada pessoa em uma população real. |
| Consumo per capita de proteína vegetal | É a quantidade média de proteína vegetal (como proteínas de soja, trigo, ervilha, aveia e cânhamo) prontamente disponível para consumo por cada pessoa em uma população real. |
| Quorn | É uma proteína microbiana fabricada usando micoproteína como ingrediente, na qual a cultura fúngica é seca e misturada com albume de ovo ou proteína de batata, que atua como ligante, e então é ajustada em textura e prensada em várias formas. |
| Pronto para Cozinhar (RTC) | Refere-se a produtos alimentícios que incluem todos os ingredientes, nos quais alguma preparação ou cozimento é necessário por meio de um processo indicado na embalagem. |
| Pronto para Consumo (RTE) | Refere-se a um produto alimentício preparado ou cozido com antecedência, sem necessidade de cozimento ou preparação adicional antes de ser consumido. |
| RTD | Pronto para Beber |
| RTS | Pronto para Servir |
| Gordura saturada | É um tipo de gordura na qual as cadeias de ácidos graxos possuem apenas ligações simples. É geralmente considerada prejudicial à saúde. |
| Salsicha | É um produto de carne feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que geralmente é então embutida em uma tripa. |
| Seitan | É um substituto de carne à base de plantas feito de glúten de trigo. |
| Cápsula mole | É uma cápsula à base de gelatina com preenchimento líquido. |
| SPC | Concentrado de proteína de soja |
| SPI | Isolado de proteína de soja |
| Espirulina | É uma biomassa de cianobactérias que pode ser consumida por humanos e animais. |
| Estabilizante | É um ingrediente adicionado a produtos alimentícios para ajudar a manter ou aprimorar sua textura original e suas características físicas e químicas. |
| ܱԳٲçã | É o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras substâncias destinadas a complementar os nutrientes da dieta e corrigir deficiências nutricionais. |
| Texturizante | É um tipo específico de ingrediente alimentar utilizado para controlar e alterar a sensação na boca e a textura de produtos alimentícios e bebidas. |
| Espessante | É um ingrediente utilizado para aumentar a viscosidade de um líquido ou massa e torná-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades. |
| Gordura trans | Também chamada de ácidos graxos trans-insaturados ou ácidos graxos trans, é um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne. |
| TSP | Proteína de soja texturizada |
| TVP | Proteína vegetal texturizada |
| WPC | Concentrado de proteína de soro de leite |
| WPI | Isolado de proteína de soro de leite |
Metodologia de Pesquisa
A 鶹Ƶ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relatórios.
- Etapa 1: Identificar as Variáveis-Chave: As variáveis-chave quantificáveis (do setor e externas) pertinentes ao segmento de produto específico e ao país são selecionadas a partir de um grupo de variáveis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revisão bibliográfica, juntamente com contribuições de especialistas primários. Essas variáveis são posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regressão (quando necessário).
- Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previsão robusta, as variáveis e os fatores identificados na Etapa 1 são testados em relação aos números históricos de mercado disponíveis. Por meio de um processo iterativo, as variáveis necessárias para a previsão de mercado são definidas e o modelo é construído com base nessas variáveis.
- Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os números de mercado, variáveis e avaliações dos analistas são validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa primária do mercado estudado. Os respondentes são selecionados em diferentes níveis e funções para gerar uma visão holística do mercado estudado.
- Etapa 4: Resultados da Pesquisa: Relatórios Sindicados, Consultorias Personalizadas, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura








