Tamanho e Participa??o do Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha

An¨¢lise do Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha pela Âé¶¹ÊÓÆµ
O tamanho do mercado de ingredientes de prote¨ªna de ervilha ¨¦ estimado em USD 2,5 bilh?es em 2026, e espera-se que atinja USD 3,38 bilh?es at¨¦ 2031, a um CAGR de 6,23% durante o per¨ªodo de previs?o (2026-2031). Os fabricantes est?o direcionando-se para ingredientes de origem vegetal que satisfazem as regulamenta??es de seguran?a alimentar em evolu??o, os mandatos de sustentabilidade e as expectativas de sa¨²de dos consumidores. M¨²ltiplas notifica??es GRAS concedidas pela FDA dos EUA entre 2024 e 2025, incluindo a GRN 851 para uso em f¨®rmulas infantis, refletem a confian?a regulat¨®ria no perfil de seguran?a da prote¨ªna de ervilha[1]Fonte: Administra??o de Alimentos e Medicamentos dos EUA, "Invent¨¢rio de Notifica??es GRAS", fda.gov. Um PDCAAS de 0,89 posiciona a prote¨ªna de ervilha como uma fonte quase completa que rivaliza com as alternativas l¨¢cteas em biodisponibilidade. As avalia??es do ciclo de vida confirmam que a prote¨ªna de ervilha gera 89%¨C93% menos emiss?es de gases de efeito estufa do que a prote¨ªna bovina, refor?ando as estrat¨¦gias corporativas de redu??o do Escopo 3[2]Fonte: Sociedade Americana de Qu¨ªmica, "Avalia??es do Ciclo de Vida", pubs.acs.org . Expans?es estrat¨¦gicas de capacidade, como a adi??o de 20.000 toneladas m¨¦tricas de Roquette em Manitoba em 2025, sinalizam o comprometimento dos fornecedores com a escala.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por forma, os isolados detinham 52,27% da participa??o de mercado de prote¨ªna de ervilha em 2025, e os concentrados t¨ºm previs?o de expandir a um CAGR de 7,99% at¨¦ 2031, o mais r¨¢pido entre os segmentos por forma.
- Em termos de aplica??es, alimentos e bebidas lideraram com 62,48% de participa??o de receita em 2025; os suplementos t¨ºm proje??o de crescimento a um CAGR de 7,23% at¨¦ 2031.
- Por geografia, a Am¨¦rica do Norte capturou 40,02% da participa??o de mercado de prote¨ªna de ervilha em 2025, enquanto a ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç est¨¢ posicionada para avan?ar a um CAGR de 6,87% entre 2026 e 2031.
Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da Âé¶¹ÊÓÆµ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.
Tend¨ºncias e Insights de Mercado
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Impulsionadores*
| Fator Impulsionador | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Perfil hipoalerg¨ºnico atrai consumidores preocupados com a sa¨²de | +1.2% | Am¨¦rica do Norte, Europa | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Ado??o de dietas veganas e flexitarianas | +1.5% | Global, mais forte na Am¨¦rica do Norte, Europa e centros urbanos da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Alternativa proteica sustent¨¢vel e de baixo carbono | +1.3% | Europa, Am¨¦rica do Norte e em expans?o na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Ado??o pela nutri??o esportiva | +0.9% | Am¨¦rica do Norte, Europa, ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ e emergindo na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Parcerias com marcas aceleram lan?amentos de produtos | +0.7% | Am¨¦rica do Norte, Europa | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Avan?os no processamento melhoram textura e solubilidade | +0.6% | Difus?o tecnol¨®gica da Am¨¦rica do Norte e Europa para a ?sia | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Consumidores preocupados com a sa¨²de preferem prote¨ªna de ervilha hipoalerg¨ºnica
As alergias alimentares afetam crian?as em todo o mundo e frequentemente persistem at¨¦ a idade adulta, criando demanda por op??es proteicas isentas de al¨¦rgenos. A GRN 851 da FDA, emitida em 2024 para uso em f¨®rmulas infantis, sustenta a confian?a na adequa??o da prote¨ªna de ervilha para popula??es sens¨ªveis. Estudos cl¨ªnicos publicados em 2025 confirmaram reatividade cruzada m¨ªnima com al¨¦rgenos comuns e destacaram n¨ªveis de lisina que superam o trigo e n¨ªveis de metionina que se aproximam da soja. Os fabricantes est?o aproveitando esse atributo para penetrar nos segmentos de nutri??o m¨¦dica e cuidados para idosos, onde a desnutri??o proteica permanece prevalente e as op??es isentas de al¨¦rgenos s?o limitadas. A Autoridade Europeia para a Seguran?a dos Alimentos (EFSA) tamb¨¦m reconheceu o baixo potencial alerg¨ºnico da prote¨ªna de ervilha, facilitando sua inclus?o em aplica??es de novos alimentos nos estados-membros da UE.
Aumento da ado??o de dietas veganas e flexitarianas
Os consumidores flexitarianos, aqueles que reduzem, mas n?o eliminam os produtos de origem animal, representavam a maior parte da popula??o global em uma pesquisa EAT-GlobeScan de 2025. Essa mudan?a demogr¨¢fica est¨¢ remodelando a demanda por prote¨ªnas, com o consumo de prote¨ªnas vegetais crescendo mais rapidamente do que o crescimento populacional na Am¨¦rica do Norte, Europa e mercados urbanos da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç. O perfil de sabor neutro da prote¨ªna de ervilha em rela??o ¨¤ soja e seu status n?o-OGM atraem os flexitarianos que buscam ingredientes com r¨®tulo limpo. Os marcos regulat¨®rios est?o refor?ando essa tend¨ºncia; a Estrat¨¦gia do Prado ao Prato da UE, parte do Pacto Ecol¨®gico Europeu, promove explicitamente a produ??o de prote¨ªnas vegetais para reduzir a depend¨ºncia da soja importada e da ra??o animal. As diretrizes diet¨¦ticas da China de 2024, emitidas pela Comiss?o Nacional de ³§²¹¨²»å±ð, recomendam o aumento do consumo de leguminosas para combater as crescentes taxas de obesidade e doen?as cardiovasculares, impulsionando indiretamente a demanda por prote¨ªna de ervilha em alimentos processados[3]Fonte: Comiss?o Nacional de ³§²¹¨²»å±ð da China, "Diretrizes Diet¨¦ticas da China de 2024", en.nhc.gov.cn.
Alternativa proteica sustent¨¢vel com baixa pegada ambiental
As avalia??es do ciclo de vida publicadas na revista Ci¨ºncia e Tecnologia Ambiental em 2025 quantificaram as emiss?es de gases de efeito estufa da prote¨ªna de ervilha entre 0,4 e 0,9 quilogramas de CO2-equivalente por quilograma de prote¨ªna, em compara??o com 35 quilogramas para a prote¨ªna bovina e 5,5 quilogramas para a prote¨ªna do soro de leite, de acordo com a revista Ci¨ºncia e Tecnologia Ambiental. ? medida que cresce a consci¨ºncia sobre o impacto ambiental das prote¨ªnas de origem animal tradicionais, as credenciais da prote¨ªna de ervilha ¡ª incluindo menores emiss?es de gases de efeito estufa, menor uso de ¨¢gua e terra, e os benef¨ªcios da cultura de fixa??o de nitrog¨ºnio ¡ª tornam-na uma escolha atraente para empresas que buscam atingir metas de sustentabilidade e para consumidores que buscam alimentos ambientalmente respons¨¢veis. Essa menor intensidade de recursos n?o apenas se alinha ¨¤s preocupa??es globais sobre as mudan?as clim¨¢ticas e a sustentabilidade agr¨ªcola, mas tamb¨¦m apoia a expans?o do mercado para uma ampla gama de alimentos de origem vegetal, bebidas e produtos com r¨®tulo limpo, contribuindo para uma demanda robusta e proje??es de crescimento de longo prazo no setor de prote¨ªna de ervilha.
Parcerias com marcas impulsionam a inova??o de produtos
As colabora??es entre fornecedores de prote¨ªna de ervilha e marcas alimentares est?o comprimindo os ciclos de desenvolvimento de produtos e ampliando o espectro de aplica??es. A parceria de Roquette em 2024 com uma grande rede europeia de panifica??o resultou no lan?amento de p?ezinhos de alto teor proteico contendo 15% de isolado de prote¨ªna de ervilha, demonstrando a funcionalidade do ingrediente em produtos de panifica??o onde a textura e a reten??o de umidade s?o cr¨ªticas. O acordo de codesenvolvimento de Ingredion com uma startup norte-americana de substitutos de carne de origem vegetal, anunciado no in¨ªcio de 2025, concentra-se em formula??es de prote¨ªna de ervilha texturizada que imitam a estrutura fibrosa do tecido muscular animal. Essas parcerias fornecem aos fornecedores feedback em tempo real sobre os desafios de formula??o, permitindo melhorias iterativas na solubilidade da prote¨ªna, emulsifica??o e mascaramento de sabor.
An¨¢lise de Impacto das Restri??es*
| Restri??o | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Sabor distinto limita a aceita??o do consumidor | -0.8% | Global, mais agudo na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç e mercados emergentes | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Variabilidade sazonal afeta o fornecimento de prote¨ªna de ervilha | -0.5% | Am¨¦rica do Norte (°ä²¹²Ô²¹»å¨¢), Europa (Fran?a), China | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Altos custos de produ??o restringem o uso generalizado | -0.6% | Global, particularmente em mercados sens¨ªveis ao pre?o (Am¨¦rica do Sul, MEA) | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Baixa conscientiza??o em certas regi?es globais | -0.4% | Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica, partes da Am¨¦rica do Sul, ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç rural | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Sabor distinto limita a aceita??o do consumidor
As notas de sabor indesej¨¢vel na prote¨ªna de ervilha, descritas variadamente como gram¨ªneo, terroso ou de feij?o, originam-se de compostos vol¨¢teis como hexanal e 1-octen-3-ol, que se formam durante a matura??o das sementes de ervilha e persistem durante o processamento convencional. Pain¨¦is sensoriais realizados em 2024 identificaram esses sabores como a principal barreira ¨¤ aceita??o do consumidor em aplica??es neutras, como ¨¢guas proteicas e shakes sem sabor. O mascaramento de sabor baseado em fermenta??o, no qual bact¨¦rias do ¨¢cido l¨¢tico metabolizam precursores de sabor indesej¨¢vel, reduziu os n¨ªveis de hexanal em ensaios laboratoriais, mas a ado??o comercial permanece limitada devido aos tempos de processamento mais longos e aos custos mais elevados. At¨¦ que essas solu??es ganhem escala, os fabricantes est?o compensando com intensa aromatiza??o em formula??es de chocolate, baunilha e frutas, o que restringe a penetra??o da prote¨ªna de ervilha nas categorias de produtos salgados e com r¨®tulo limpo.
Variabilidade sazonal afeta o fornecimento de prote¨ªna de ervilha
As ervilhas amarelas, a principal mat¨¦ria-prima para a prote¨ªna de ervilha, s?o cultivadas em climas temperados com uma ¨²nica colheita anual nas principais regi?es produtoras ¡ª °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ (Saskatchewan e Alberta), Fran?a e norte da China. O per¨ªodo de colheita se concentra entre julho e setembro no Hemisf¨¦rio Norte, criando gargalos de abastecimento quando a demanda a jusante aumenta ou quando as condi??es clim¨¢ticas perturbam os rendimentos. A Statistics Canada informou que a colheita de ervilhas de 2024 ficou 18% abaixo do ano anterior devido a condi??es de seca em Saskatchewan, restringindo a disponibilidade de mat¨¦ria-prima e elevando os pre?os ¨¤ vista das ervilhas amarelas em 22% no quarto trimestre. Os processadores com capacidade de armazenamento limitada enfrentaram interrup??es na produ??o, enquanto aqueles com estoques de v¨¢rios meses ganharam poder de precifica??o. A diversifica??o do cultivo para origens do Hemisf¨¦rio Sul ou o investimento em agricultura em ambiente controlado poderia mitigar esse risco, embora nenhuma das solu??es seja economicamente vi¨¢vel nos pontos de pre?o atuais da prote¨ªna de ervilha.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Forma:
Isolados Lideram, Concentrados AceleramAs tecnologias de fracionamento ¨²mido permitiram que os isolados capturassem 52,27% do mercado em 2025, impulsionados pela demanda dos segmentos de bebidas, alternativas l¨¢cteas e nutri??o esportiva que exigem pureza proteica para desempenho funcional e rotulagem limpa. As prote¨ªnas de ervilha texturizadas e hidrolisadas atendem a aplica??es de nicho em substitutos de carne de origem vegetal e f¨®rmulas infantis, respectivamente, mas permanecem limitadas pela maior complexidade de processamento e capacidade limitada dos fornecedores. O dom¨ªnio dos isolados reflete sua solubilidade superior e perfil de sabor neutro, atributos cr¨ªticos para ¨¢guas proteicas claras e shakes prontos para beber.
Os concentrados t¨ºm previs?o de crescimento a um CAGR de 7,99% de 2026 a 2031, a taxa mais r¨¢pida entre os segmentos por forma, ¨¤ medida que fabricantes de panifica??o e lanches adotam formula??es de menor custo onde o teor proteico ¨¦ suficiente. O diferencial de custo ¡ª que varia de USD 5 a USD 7 por quilograma para concentrados versus USD 8 a USD 12 para isolados ¡ª torna-os atraentes para aplica??es de alto volume onde as margens s?o reduzidas. A prote¨ªna de ervilha texturizada, produzida por extrus?o a quente, imita a estrutura fibrosa da carne e est¨¢ ganhando espa?o em hamb¨²rgueres e salsichas de origem vegetal. A linha de prote¨ªna de ervilha texturizada NUTRALYS? de Roquette, expandida em 2025, tem como alvo esse segmento com formula??es otimizadas para sucul¨ºncia e mastigabilidade.

Por Aplica??o:
Alimentos e Bebidas Dominam, Suplementos em AltaAlimentos e bebidas responderam por 62,48% da participa??o por aplica??o em 2025, refletindo a versatilidade da prote¨ªna de ervilha em panifica??o, alternativas l¨¢cteas, substitutos de carne e produtos prontos para consumo. No setor de alimentos e bebidas, os produtos l¨¢cteos e alternativas l¨¢cteas responderam por um volume expressivo, impulsionados por marcas de leite de ervilha como Ripple e Sproud, que aproveitam a textura cremosa da prote¨ªna de ervilha e seus 8 gramas de prote¨ªna por por??o, igualando o teor proteico do leite de vaca. As alternativas a carnes e aves, incluindo hamb¨²rgueres e nuggets de origem vegetal, representam o subsegmento de crescimento mais r¨¢pido, com a prote¨ªna de ervilha fornecendo a integridade estrutural e a densidade proteica necess¨¢rias para replicar o tecido muscular animal.
O segmento de suplementos tem proje??o de expans?o a um CAGR de 7,23% at¨¦ 2031, superando outras aplica??es ¨¤ medida que as categorias de nutri??o esportiva e nutri??o m¨¦dica reformulam em torno de prote¨ªnas de origem vegetal. As aplica??es de panifica??o se beneficiam da capacidade de liga??o de ¨¢gua da prote¨ªna de ervilha, que melhora a elasticidade da massa e prolonga a vida de prateleira. As bebidas, particularmente shakes proteicos e smoothies, exigem alta solubilidade e baixa viscosidade; os avan?os em microniza??o e tratamento enzim¨¢tico est?o atendendo a esses requisitos. Os condimentos e molhos utilizam a prote¨ªna de ervilha como emulsificante e espessante, substituindo a gema de ovo em formula??es de maionese vegana. Os cereais matinais e lanches incorporam a prote¨ªna de ervilha para aumentar o teor proteico e atender ¨¤s demandas de r¨®tulo limpo, com marcas como KIND e RXBAR lan?ando barras enriquecidas com prote¨ªna de ervilha em 2025.

An¨¢lise Geogr¨¢fica
Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha na Am¨¦rica do Norte
A Am¨¦rica do Norte deteve uma participa??o de mercado de 40,02% em 2025, sustentada pela posi??o de Saskatchewan como o maior exportador mundial de ervilha amarela e por um ecossistema maduro de processadores de prote¨ªna de ervilha, incluindo Roquette, Puris e Ingredion. A clareza regulatria da FDA e da Health Canada, incluindo m¨²ltiplas notifica??es GRAS para aplica??es em f¨®rmulas infantis e nutri??o m¨¦dica, est¨¢ acelerando o lan?amento de produtos. Os Estados Unidos e o °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ juntos respondem pela maior parte do consumo norte-americano, com o M¨¦xico emergindo como um mercado em crescimento impulsionado pelo aumento da renda da classe m¨¦dia e pela conscientiza??o sobre dietas ¨¤ base de plantas.
Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha na ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç
A ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç tem previs?o de crescimento a um CAGR de 6,87% de 2026 a 2031, o mais r¨¢pido entre os segmentos geogr¨¢ficos, ¨¤ medida que a urbaniza??o e o consumo de prote¨ªnas aumentam na China, na ?ndia e no Sudeste Asi¨¢tico. O mercado de prote¨ªnas de origem vegetal da ?ndia est¨¢ em expans?o, pois a intoler?ncia ¨¤ lactose afeta uma estimativa da maioria da popula??o adulta, criando demanda por alternativas l¨¢cteas enriquecidas com prote¨ªna de ervilha. O envelhecimento da popula??o do Jap?o est¨¢ impulsionando o crescimento em produtos de nutri??o m¨¦dica e cuidados com idosos, onde o perfil hipoalerg¨ºnico e a adequa??o de amino¨¢cidos da prote¨ªna de ervilha s?o valorizados. A ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹ e outros mercados do Sudeste Asi¨¢tico permanecem incipientes, limitados pela baixa conscientiza??o dos consumidores e pela distribui??o restrita de ingredientes especializados.
Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha na EMEA e Am¨¦rica do Sul
A Europa deteve uma participa??o de mercado significativa em 2025, com Alemanha, Fran?a e Reino Unido liderando o consumo. O Pacto Ecol¨®gico Europeu e a Estrat¨¦gia Do Prado ao Prato da Uni?o Europeia est?o direcionando as empresas aliment¨ªcias para fontes de prote¨ªna de baixo carbono; as menores emiss?es de gases de efeito estufa da prote¨ªna de ervilha em rela??o ¨¤ prote¨ªna bovina alinham-se com os compromissos corporativos de sustentabilidade. A Am¨¦rica do Sul e o Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica s?o limitados pela baixa conscientiza??o, distribui??o restrita e sensibilidade ao pre?o. O mercado de produtos ¨¤ base de plantas do Brasil est¨¢ em expans?o, mas a prote¨ªna de soja permanece como a prote¨ªna vegetal dominante devido ¨¤ produ??o dom¨¦stica de soja e ¨¤s cadeias de abastecimento estabelecidas. Os requisitos de certifica??o halal do Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç s?o simples para a prote¨ªna de ervilha, mas a familiaridade do consumidor ainda ¨¦ baixa. O mercado de produtos ¨¤ base de plantas da ?frica do Sul ¨¦ incipiente, com a penetra??o da prote¨ªna de ervilha limitada a centros urbanos e canais de varejo premium.

Cen¨¢rio Competitivo
O mercado de prote¨ªna de ervilha exibe fragmenta??o moderada, com fornecedores globais de ingredientes competindo ao lado de especialistas regionais e processadores verticalmente integrados. Roquette, Cargill, Ingredion e Puris dominam os mercados da Am¨¦rica do Norte e Europa por meio da integra??o retroativa no cultivo de ervilhas, tecnologias propriet¨¢rias de fracionamento e acordos de fornecimento de longo prazo com marcas de alimentos de origem vegetal. A ¨ºnfase estrat¨¦gica centra-se na expans?o de capacidade, parcerias de codesenvolvimento e propriedade intelectual em torno do mascaramento de sabor e otimiza??o de textura.
O portf¨®lio de patentes de Burcon NutraScience, que inclui mais de 30 dep¨®sitos relacionados ¨¤ extra??o e modifica??o de prote¨ªna de ervilha, ilustra o valor competitivo da inova??o de processos em um mercado onde o desempenho funcional diferencia os fornecedores. Oportunidades de espa?o em branco existem em f¨®rmulas infantis, nutri??o m¨¦dica e aplica??es de bebidas claras, onde as barreiras t¨¦cnicas de entrada permanecem elevadas e as aprova??es regulat¨®rias criam fossos competitivos. Participantes menores, como Axiom Foods e NutriPea, est?o conquistando nichos por meio de certifica??o org?nica e posicionamento n?o-OGM, atraindo marcas premium dispostas a pagar pr¨ºmios de pre?o por transpar¨ºncia na cadeia de fornecimento.
Os produtores chineses, incluindo Shandong Jianyuan Foods e Yantai T. Full Biotech, est?o ampliando a produ??o para atender ¨¤ demanda dom¨¦stica e exportar para o Sudeste Asi¨¢tico, aproveitando os menores custos de m?o de obra e a proximidade ao cultivo de ervilhas amarelas na prov¨ªncia de Heilongjiang. A ado??o de tecnologia varia amplamente; os principais fornecedores est?o pilotando extra??o assistida por ultrassom e mascaramento de sabor baseado em fermenta??o, enquanto processadores menores dependem do fracionamento ¨²mido convencional. A aus¨ºncia de padr?es globais dominantes para a qualidade da prote¨ªna de ervilha ¡ª ao contr¨¢rio da prote¨ªna de soja, que possui especifica??es estabelecidas pelo USDA e pela ISO ¡ª cria oportunidades de diferencia??o, mas tamb¨¦m complica o com¨¦rcio transfronteiri?o e a garantia de qualidade.
L¨ªderes do Setor de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha
Archer Daniels Midland Company
International Flavors & Fragrances, Inc.
Cargill, Incorporated
Kerry Group plc
Ingredion
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica

Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha
- Roquette Fr¨¨res
- Puris Proteins, LLC
- Axiom Foods, Inc.
- Ingredion Inc.
- Cargill, Incorporated
- NutriPea Ltd.
- Cosucra Groupe Warcoing SA
- Burcon NutraScience Corporation
- AGT Food and Ingredients Inc.
- Shandong Jianyuan Foods Co., Ltd.
- Emsland Group
- A&B Ingredients Inc.
- Fenchem Inc.
- The Scoular Company
- Archer Daniels Midland Company (ADM)
- Kerry Group plc
- Glanbia PLC
- World Food Processing LLC
- Yantai T. Full Biotech Co., Ltd.
- Suzhou Wanshen Flour Products Co., Ltd.
Recent Industry Developments in Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha
- Junho de 2025: A Meala FoodTech firmou parceria com a DSM-Firmenich para comercializar o Vertis? PB Pea, um ingrediente de prote¨ªna de ervilha texturizante de alto desempenho para alternativas de carne de origem vegetal, agora dispon¨ªvel na Europa.
- Abril de 2025: A Protein Industries Canada anunciou uma parceria de CAD 48,7 milh?es com a Louis Dreyfus Company e o Seven Oaks Hospital Centre para desenvolver novos ingredientes de prote¨ªna de ervilha e produtos alimentares acabados, visando escalar o desenvolvimento de ingredientes no °ä²¹²Ô²¹»å¨¢.
- Abril de 2025: O Banco Europeu de Investimento concedeu EUR 50 milh?es ¨¤ Lantm?nnen para cofinanciar a constru??o de uma nova f¨¢brica de isolado de prote¨ªna de ervilha na Su¨¦cia com capacidade anual de processamento de mais de 40.000 toneladas.
Escopo do Relat¨®rio Global do Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna de Ervilha
A prote¨ªna de ervilha ¨¦ uma prote¨ªna em p¨® de alta qualidade, de origem vegetal, feita de ervilhas amarelas partidas, popular em dietas veganas, sem latic¨ªnios e amig¨¢veis a al¨¦rgenos, valorizada por sua digestibilidade, teor de ferro e amino¨¢cidos essenciais, utilizada como suplemento ou ingrediente em barras, shakes e substitutos de carne. O mercado de ingredientes de prote¨ªna de ervilha ¨¦ segmentado por forma (concentrados, isolados, texturizados/hidrolisados), aplica??o (ra??o animal, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e cosm¨¦ticos, e suplementos) e geografia (?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç, Europa, Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica, Am¨¦rica do Norte, Am¨¦rica do Sul). As previs?es de mercado s?o fornecidas em termos de valor (USD) e volume (toneladas).
| Concentrados |
| Isolados |
| Texturizados/Hidrolisados |
| Ra??o Animal | |
| Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos | |
| Alimentos e Bebidas | Panifica??o |
| Bebidas | |
| Cereais Matinais | |
| Condimentos/Molhos | |
| Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas | |
| Produtos de Carne/Aves/Frutos do Mar e Alternativas ¨¤ Carne | |
| Produtos Alimentares Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar | |
| Lanches | |
| Suplementos | Alimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis |
| Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica | |
| Nutri??o Esportiva/de Desempenho |
| Am¨¦rica do Norte | Estados Unidos |
| °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ | |
| Restante da Am¨¦rica do Norte | |
| Europa | Alemanha |
| Reino Unido | |
| ±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹ | |
| Fran?a | |
| Espanha | |
| Restante da Europa | |
| ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | China |
| ?ndia | |
| Jap?o | |
| ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹ | |
| ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ | |
| Restante da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | |
| Am¨¦rica do Sul | Brasil |
| Argentina | |
| Restante da Am¨¦rica do Sul | |
| Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica | ?frica do Sul |
| Ar¨¢bia Saudita | |
| Emirados ?rabes Unidos | |
| Restante do Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica |
| Forma | Concentrados | |
| Isolados | ||
| Texturizados/Hidrolisados | ||
| Aplica??o | Ra??o Animal | |
| Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos | ||
| Alimentos e Bebidas | Panifica??o | |
| Bebidas | ||
| Cereais Matinais | ||
| Condimentos/Molhos | ||
| Produtos L¨¢cteos e Alternativas L¨¢cteas | ||
| Produtos de Carne/Aves/Frutos do Mar e Alternativas ¨¤ Carne | ||
| Produtos Alimentares Prontos para Consumo/Prontos para Cozinhar | ||
| Lanches | ||
| Suplementos | Alimentos para Beb¨ºs e F¨®rmulas Infantis | |
| Nutri??o para Idosos e Nutri??o M¨¦dica | ||
| Nutri??o Esportiva/de Desempenho | ||
| Por Geografia | Am¨¦rica do Norte | Estados Unidos |
| °ä²¹²Ô²¹»å¨¢ | ||
| Restante da Am¨¦rica do Norte | ||
| Europa | Alemanha | |
| Reino Unido | ||
| ±õ³Ù¨¢±ô¾±²¹ | ||
| Fran?a | ||
| Espanha | ||
| Restante da Europa | ||
| ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | China | |
| ?ndia | ||
| Jap?o | ||
| ±õ²Ô»å´Ç²Ô¨¦²õ¾±²¹ | ||
| ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ | ||
| Restante da ?²õ¾±²¹-±Ê²¹³¦¨ª´Ú¾±³¦´Ç | ||
| Am¨¦rica do Sul | Brasil | |
| Argentina | ||
| Restante da Am¨¦rica do Sul | ||
| Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica | ?frica do Sul | |
| Ar¨¢bia Saudita | ||
| Emirados ?rabes Unidos | ||
| Restante do Oriente ²Ñ¨¦»å¾±´Ç e ?frica | ||
Defini??o de mercado
- Usu¨¢rio Final - O Mercado de Ingredientes de Prote¨ªna opera em uma base B2B. Fabricantes de Alimentos, Bebidas, Suplementos, Ra??o Animal e Cuidados Pessoais e Cosm¨¦ticos s?o considerados os consumidores finais no mercado estudado. O escopo exclui fabricantes que compram soro de leite l¨ªquido/seco para uso como agente de liga??o, espessante ou outras aplica??es n?o proteicas.
- Taxa de Penetra??o - A Taxa de Penetra??o ¨¦ definida como o percentual do Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final Enriquecido com Prote¨ªna em rela??o ao Volume Total do Mercado de Usu¨¢rio Final.
- Teor ²Ñ¨¦»å¾±´Ç de Prote¨ªna - O teor m¨¦dio de prote¨ªna ¨¦ o teor m¨¦dio de prote¨ªna presente por 100 g de produto fabricado por todas as empresas de usu¨¢rios finais consideradas no escopo deste relat¨®rio.
- Volume do Mercado de Usu¨¢rio Final - O volume do mercado de usu¨¢rio final ¨¦ o volume consolidado de todos os tipos e formas de produtos de usu¨¢rio final no pa¨ªs ou regi?o.
| Palavra-chave | Defini??o |
|---|---|
| Alfa-lactalbumina (¦Á-Lactalbumina) | ? uma prote¨ªna que regula a produ??o de lactose no leite de quase todas as esp¨¦cies de mam¨ªferos. |
| ´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Ç | ? um composto org?nico que cont¨¦m grupos funcionais amino e ¨¢cido carbox¨ªlico, necess¨¢rios para a s¨ªntese de prote¨ªnas corporais e outros compostos nitrogenados importantes, como creatina, horm?nios pept¨ªdicos e alguns neurotransmissores. |
| Branqueamento | ? o processo de aquecimento breve de vegetais com vapor ou ¨¢gua fervente. |
| BRC | Cons¨®rcio Brit?nico de Varejo (British Retail Consortium) |
| Melhorador de p?o | ? uma mistura ¨¤ base de farinha de v¨¢rios componentes com propriedades funcionais espec¨ªficas, projetada para modificar as caracter¨ªsticas da massa e conferir atributos de qualidade ao p?o. |
| BSF | Mosca Soldado Negra (Black Soldier Fly) |
| Caseinato | ? uma subst?ncia produzida pela adi??o de um ¨¢lcali ¨¤ case¨ªna ¨¢cida, um derivado da case¨ªna. |
| Doen?a cel¨ªaca | A doen?a cel¨ªaca ¨¦ uma rea??o imune ao consumo de gl¨²ten, uma prote¨ªna encontrada no trigo, na cevada e no centeio. |
| Colostro | ? um fluido leitoso liberado por mam¨ªferos que deram ¨¤ luz recentemente, antes de o in¨ªcio da produ??o de leite materno. |
| Concentrado | ? a forma menos processada de prote¨ªna e tem um teor proteico variando de 40-90% em peso. |
| Base de prote¨ªna seca | Refere-se ao percentual de "prote¨ªna pura" presente em um suplemento ap¨®s a completa remo??o da ¨¢gua por aquecimento. |
| Soro de leite seco | ? o produto resultante da secagem do soro de leite fresco que foi pasteurizado e ao qual nenhum conservante foi adicionado. |
| Prote¨ªna do ovo | ? uma mistura de prote¨ªnas individuais, incluindo ovalbumina, ovomuc¨®ide, ovoglobulina, conalbumina, vitelina e viteline. |
| Emulsificante | ? um aditivo alimentar que facilita a mistura de alimentos imisc¨ªveis entre si, como ¨®leo e ¨¢gua. |
| Enriquecimento | ? o processo de adi??o de micronutrientes que s?o perdidos durante o processamento do produto. |
| ERS | Servi?o de Pesquisa Econ?mica do USDA (Economic Research Service do Departamento de Agricultura dos EUA) |
| Extrus?o | ? o processo de for?ar ingredientes misturados macios atrav¨¦s de uma abertura em uma placa perfurada ou matriz projetada para produzir a forma desejada. O alimento extrudado ¨¦ ent?o cortado em um tamanho espec¨ªfico por l?minas. |
| Fava | Tamb¨¦m conhecida como Faba, ¨¦ outro nome para feij?es amarelos partidos. |
| FDA | Administra??o de Alimentos e Medicamentos (Food and Drug Administration) |
| Flocula??o | ? um processo no qual tipicamente um gr?o de cereal (como milho, trigo ou arroz) ¨¦ processado em gr?os grosseiros, cozido com sabores e xaropes e depois prensado em flocos entre rolos resfriados. |
| Agente espumante | ? um ingrediente alimentar que permite a forma??o ou manuten??o de uma dispers?o uniforme de uma fase gasosa em um alimento l¨ªquido ou s¨®lido. |
| Servi?o de alimenta??o | Refere-se ¨¤ parte da ind¨²stria alimentar que inclui empresas, institui??es e organiza??es que preparam refei??es fora de casa. Inclui restaurantes, cantinas de escolas e hospitais, opera??es de catering e muitos outros formatos. |
| Fortifica??o | ? a adi??o deliberada de micronutrientes que n?o est?o presentes naturalmente nos alimentos ou que s?o perdidos durante o processamento, a fim de melhorar o valor nutricional de um produto alimentar. |
| FSANZ | Normas Alimentares ´¡³Ü²õ³Ù°ù¨¢±ô¾±²¹ Nova Zel?ndia (Food Standards Australia New Zealand) |
| FSIS | Servi?o de Inspe??o e Seguran?a Alimentar (Food Safety and Inspection Service) |
| FSSAI | Autoridade de Seguran?a e Normas Alimentares da ?ndia (Food Safety and Standards Authority of India) |
| Agente gelificante | ? um ingrediente que funciona como estabilizador e espessante para proporcionar espessamento sem rigidez por meio da forma??o de gel. |
| GHG | Gases de Efeito Estufa (Greenhouse Gas) |
| ³Ò±ô¨²³Ù±ð²Ô | ? uma fam¨ªlia de prote¨ªnas encontradas em gr?os, incluindo trigo, centeio, espelta e cevada. |
| C?nhamo | ? uma classe bot?nica de cultivares de Cannabis sativa cultivada especificamente para uso industrial ou medicinal. |
| Hidrolisado | ? uma forma de prote¨ªna fabricada pela exposi??o da prote¨ªna a enzimas que podem quebrar parcialmente as liga??es entre os amino¨¢cidos da prote¨ªna e decompor prote¨ªnas grandes e complexas em partes menores. Seu processamento facilita e agiliza a digest?o. |
| ±á¾±±è´Ç²¹±ô±ð°ù²µ¨º²Ô¾±³¦´Ç | Refere-se a uma subst?ncia que causa menos rea??es al¨¦rgicas. |
| Isolado | ? a forma mais pura e mais processada de prote¨ªna que passou por separa??o para obter uma fra??o proteica pura. Geralmente cont¨¦m ¡Ý 90% de prote¨ªna em peso. |
| Queratina | ? uma prote¨ªna que ajuda a formar cabelos, unhas e a camada externa da pele. |
| Lactalbumina | ? a albumina contida no leite e obtida a partir do soro de leite. |
| Lactoferrina | ? uma glicoprote¨ªna de liga??o ao ferro presente no leite da maioria dos mam¨ªferos. |
| Tremo?o | S?o as sementes de leguminosas amarelas do g¨ºnero Lupinus. |
| Millennial | Tamb¨¦m conhecido como Gera??o Y ou Gen Y, refere-se a pessoas nascidas entre 1981 e 1996. |
| ²Ñ´Ç²Ô´Ç²µ¨¢²õ³Ù°ù¾±³¦´Ç | Refere-se a um animal com est?mago de compartimento ¨²nico. Exemplos de monog¨¢stricos incluem humanos, aves, su¨ªnos, cavalos, coelhos, c?es e gatos. A maioria dos monog¨¢stricos geralmente ¨¦ incapaz de digerir grande parte dos materiais alimentares com celulose, como gram¨ªneas. |
| MPC | Concentrado de prote¨ªna do leite (Milk protein concentrate) |
| MPI | Isolado de prote¨ªna do leite (Milk protein isolate) |
| MSPI | Isolado de prote¨ªna de soja metilada (Methylated soy protein isolate) |
| ²Ñ¾±³¦´Ç±è°ù´Ç³Ù±ð¨ª²Ô²¹ | A micoprote¨ªna ¨¦ uma forma de prote¨ªna unicelular, tamb¨¦m conhecida como prote¨ªna f¨²ngica, derivada de fungos para consumo humano. |
| ±·³Ü³Ù°ù¾±³¦´Ç²õ³¾¨¦³Ù¾±³¦´Ç²õ | ? uma categoria de produtos e ingredientes que atuam como suplementos nutricionais para cuidar da beleza natural da pele, unhas e cabelos. |
| Osteoporose | ? uma condi??o m¨¦dica na qual os ossos se tornam fr¨¢geis e quebradi?os devido ¨¤ perda de tecido, normalmente como resultado de altera??es hormonais ou defici¨ºncia de c¨¢lcio ou vitamina D. |
| PDCAAS | O Escore de ´¡³¾¾±²Ô´Ç¨¢³¦¾±»å´Çs Corrigido pela Digestibilidade da Prote¨ªna (PDCAAS) ¨¦ um m¨¦todo de avalia??o da qualidade de uma prote¨ªna com base tanto nos requisitos de amino¨¢cidos dos humanos quanto na sua capacidade de digeri-la. |
| Consumo per capita de prote¨ªna animal | ? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna animal (como leite, soro de leite, gelatina, col¨¢geno e prote¨ªnas do ovo) que est¨¢ prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real. |
| Consumo per capita de prote¨ªna vegetal | ? a quantidade m¨¦dia de prote¨ªna vegetal (como prote¨ªnas de soja, trigo, ervilha, aveia e c?nhamo) que est¨¢ prontamente dispon¨ªvel para consumo por cada pessoa em uma popula??o real. |
| Quorn | ? uma prote¨ªna microbiana fabricada usando micoprote¨ªna como ingrediente, na qual a cultura de fungo ¨¦ seca e misturada com albumina de ovo ou prote¨ªna de batata, que atua como aglutinante, e ent?o tem sua textura ajustada e ¨¦ prensada em v¨¢rias formas. |
| Pronto para Cozinhar (PPC) | Refere-se a produtos alimentares que incluem todos os ingredientes, onde alguma prepara??o ou cozimento ¨¦ necess¨¢rio por meio de um processo indicado na embalagem. |
| Pronto para Consumo (PPC) | Refere-se a um produto alimentar preparado ou cozido com anteced¨ºncia, sem necessidade de cozimento ou prepara??o adicional antes de ser consumido. |
| RTD | Pronto para Beber (Ready-to-Drink) |
| RTS | Pronto para Servir (Ready-to-Serve) |
| Gordura saturada | ? um tipo de gordura na qual as cadeias de ¨¢cidos graxos t¨ºm todas as liga??es simples. ? geralmente considerada prejudicial ¨¤ sa¨²de. |
| Lingui?a/Salsicha | ? um produto c¨¢rneo feito de carne finamente picada e temperada, que pode ser fresca, defumada ou em conserva e que ¨¦ geralmente recheada em uma tripa. |
| Seitan | ? um substituto de carne de origem vegetal feito de gl¨²ten de trigo. |
| C¨¢psula softgel | ? uma c¨¢psula ¨¤ base de gelatina com preenchimento l¨ªquido. |
| SPC | Concentrado de prote¨ªna de soja (Soy protein concentrate) |
| SPI | Isolado de prote¨ªna de soja (Soy protein isolate) |
| Espirulina | ? uma biomassa de cianobact¨¦rias que pode ser consumida por humanos e animais. |
| Estabilizador | ? um ingrediente adicionado a produtos alimentares para ajudar a manter ou aprimorar sua textura original e caracter¨ªsticas f¨ªsicas e qu¨ªmicas. |
| Suplementa??o | ? o consumo ou fornecimento de fontes concentradas de nutrientes ou outras subst?ncias destinadas a complementar os nutrientes na dieta, com o objetivo de corrigir defici¨ºncias nutricionais. |
| Texturizante | ? um tipo espec¨ªfico de ingrediente alimentar utilizado para controlar e alterar a sensa??o bucal e a textura de produtos alimentares e bebidas. |
| Espessante | ? um ingrediente utilizado para aumentar a viscosidade de um l¨ªquido ou massa e torn¨¢-lo mais espesso, sem alterar substancialmente suas outras propriedades. |
| Gordura trans | Tamb¨¦m chamada de ¨¢cidos graxos trans-insaturados ou ¨¢cidos graxos trans, ¨¦ um tipo de gordura insaturada que ocorre naturalmente em pequenas quantidades na carne. |
| TSP | Prote¨ªna de soja texturizada (Textured soy protein) |
| TVP | Prote¨ªna vegetal texturizada (Textured vegetable protein) |
| WPC | Concentrado de prote¨ªna do soro de leite (Whey protein concentrate) |
| WPI | Isolado de prote¨ªna do soro de leite (Whey protein isolate) |
Metodologia de Pesquisa
A Âé¶¹ÊÓÆµ segue uma metodologia de quatro etapas em todos os nossos relat¨®rios.
- Etapa 1: Identificar as Vari¨¢veis-Chave: As vari¨¢veis-chave quantific¨¢veis (setoriais e externas) relativas ao segmento de produto espec¨ªfico e ao pa¨ªs s?o selecionadas a partir de um grupo de vari¨¢veis e fatores relevantes com base em pesquisa documental e revis?o bibliogr¨¢fica; juntamente com contribui??es de especialistas prim¨¢rios. Essas vari¨¢veis s?o posteriormente confirmadas por meio de modelagem de regress?o (quando necess¨¢rio).
- Etapa 2: Construir um Modelo de Mercado: A fim de construir uma metodologia de previs?o robusta, as vari¨¢veis e os fatores identificados na Etapa 1 s?o testados em rela??o aos n¨²meros hist¨®ricos de mercado dispon¨ªveis. Por meio de um processo iterativo, as vari¨¢veis necess¨¢rias para a previs?o de mercado s?o estabelecidas e o modelo ¨¦ constru¨ªdo com base nessas vari¨¢veis.
- Etapa 3: Validar e Finalizar: Nesta etapa importante, todos os n¨²meros de mercado, vari¨¢veis e avalia??es dos analistas s?o validados por meio de uma extensa rede de especialistas em pesquisa prim¨¢ria do mercado estudado. Os respondentes s?o selecionados em diferentes n¨ªveis e fun??es para gerar uma vis?o hol¨ªstica do mercado estudado.
- Etapa 4: Resultados da Pesquisa: ¸é±ð±ô²¹³Ù¨®°ù¾±´Ç²õ Sindicados, Atribui??es de Consultoria Personalizada, Bases de Dados e Plataformas de Assinatura








