Tamanho e Participa??o do Mercado de Co-Living na Fran?a
An¨¢lise do Mercado de Co-Living na Fran?a por Âé¶¹ÊÓÆµ
Espera-se que o tamanho do Mercado de Co-Living na Fran?a aumente de 0,21 bilh?es de USD em 2025 para 0,22 bilh?es de USD em 2026 e atinja 0,42 bilh?es de USD at¨¦ 2031, crescendo a um CAGR de 13,81% ao longo de 2026-2031.
O mercado de co-living na Fran?a est¨¢ sendo impulsionado por um ambiente habitacional em que os jovens ainda enfrentam acesso limitado ao estoque de aluguel adequado, e um relat¨®rio de habita??o para jovens de 2025 descreveu a situa??o como uma emerg¨ºncia social, pois a escassez de moradias est¨¢ afetando a educa??o e a mobilidade laboral. A mesma base de demanda tamb¨¦m est¨¢ ligada a ciclos de trabalho mais curtos no in¨ªcio de carreira, pois os primeiros contratos de emprego na Fran?a geralmente duram cerca de 2 anos, o que torna os contratos de arrendamento padr?o de longa dura??o menos adequados para muitos novos trabalhadores. As altera??es legais ao regime do bail mobilit¨¦ em 2025 ampliaram a elegibilidade dos inquilinos, tornando a habita??o mobiliada e flex¨ªvel mais acess¨ªvel a uma gama mais ampla de residentes m¨®veis, incluindo trabalhadores remotos, pessoas em transi??o de carreira e cuidadores familiares. Os operadores tamb¨¦m est?o impulsionando o crescimento por meio de edif¨ªcios gerenciados, reutiliza??o adaptativa e formatos orientados para comodidades, com novas inaugura??es e projetos em Paris, Lille, Bordeaux, Montpellier e outras cidades, demonstrando que a oferta est¨¢ se expandindo al¨¦m de sua base anterior. Paris tamb¨¦m adotou uma postura pol¨ªtica restritiva no final de 2025, e essa press?o est¨¢ redirecionando parte do pipeline de operadores para cidades secund¨¢rias, o que est¨¢ ajudando o mercado de co-living na Fran?a a se expandir em uma base geogr¨¢fica mais ampla.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por configura??o de propriedade, os quartos privativos lideraram com uma participa??o de receita de 41% em 2025, enquanto os est¨²dios / unidades inteiras t¨ºm previs?o de expans?o a um CAGR de 15,20% at¨¦ 2031.
- Por modelo de neg¨®cio, o master lease / arbitragem de arrendamento com ativos leves deteve 44% da participa??o do mercado de co-living na Fran?a em 2025, enquanto o acordo de gest?o com ativos leves registrou o maior CAGR projetado de 14,90% at¨¦ 2031.
- Por faixa de pre?o, o segmento intermedi¨¢rio representou 52% da receita em 2025, enquanto o premium / luxo avan?a a um CAGR de 15,50% at¨¦ 2031.
- Por usu¨¢rio final, os estudantes representaram 53% da participa??o do mercado de co-living na Fran?a em 2025, enquanto os profissionais em atividade t¨ºm proje??o de crescimento a um CAGR de 14,88% at¨¦ 2031.
- Por cidade, Paris deteve uma participa??o de 42% do tamanho do mercado de co-living na Fran?a em 2025, enquanto Marselha deve registrar o crescimento mais r¨¢pido, a um CAGR de 16,00% de 2025 a 2031.
Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da Âé¶¹ÊÓÆµ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado de Co-Living na Fran?a
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Impulsionadores*
| Fatores Impulsionadores | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Escassez Persistente de Habita??o nas Principais Cidades Impulsiona a Demanda por Co-Living | +2.8% | Nacional, mais aguda em Paris, Lyon, Marselha, Bordeaux | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Elevados Custos de Arrendamento Aumentam a Demanda por Habita??o Compartilhada Acess¨ªvel | +2.5% | Paris, Lyon, Bordeaux | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Crescimento da Popula??o de Jovens Profissionais e Estudantes Amplia a Ocupa??o | +2.0% | Nacional, com ganhos iniciais em Paris, Lyon, Lille | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Prefer¨ºncia por Habita??o Flex¨ªvel Pronta para Ocupa??o Impulsiona a Ado??o do Mercado | +1.8% | Nacional, com maior penetra??o em Paris e nas principais cidades universit¨¢rias | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Crescente Aceita??o da Vida em Comunidade Apoia o Crescimento do Mercado | +1.5% | Nacional, com momentum concentrado em Paris e Bordeaux | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Expans?o da Habita??o Build-to-Rent Apoia a Ado??o do Co-Living | +1.2% | Regi?o de Paris, metr¨®pole de Aix-Marselha, Lyon | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Escassez Persistente de Habita??o nas Principais Cidades Impulsiona a Demanda por Co-Living
A escassez de habita??o na Fran?a permanece estrutural, e a press?o ¨¦ mais vis¨ªvel entre os residentes mais jovens que precisam de acomoda??o acess¨ªvel e flex¨ªvel perto de centros de estudo e trabalho[1]S¨¦nat, "Mission D'information Sur Le Logement Des Jeunes," S¨¦nat, senat.fr. Uma revis?o sobre habita??o para jovens vinculada ao Senado em 2025 constatou que 17% dos estudantes j¨¢ haviam abandonado a escola por n?o conseguirem garantir habita??o acess¨ªvel, sublinhando como o estresse habitacional est¨¢ afetando os resultados educacionais. O mercado de co-living na Fran?a beneficia-se desse desequil¨ªbrio porque resid¨ºncias mobiliadas e gerenciadas podem absorver residentes que n?o podem aguardar que as aloca??es convencionais de habita??o estudantil ou social se normalizem. Ciclos de trabalho mais curtos acrescentam-se a essa demanda, pois os contratos de primeiro emprego na Fran?a frequentemente duram cerca de 2 anos e deixam muitos inquilinos no in¨ªcio de carreira mal adaptados a estruturas de arrendamento longas e r¨ªgidas. Isso torna o co-living mais do que um produto de estilo de vida, pois tamb¨¦m serve como habita??o de transbordamento para estudantes, jovens trabalhadores e outros residentes m¨®veis cujas necessidades habitacionais mudam mais rapidamente do que a oferta convencional consegue responder. A press?o intensificou-se ap¨®s as habita??es com baixa classifica??o energ¨¦tica enfrentarem restri??es de arrendamento mais rigorosas a partir de 2025, o que retirou parte do estoque de arrendamento mais antigo do mercado e aumentou a concorr¨ºncia por unidades conformes.
Elevados Custos de Arrendamento Aumentam a Demanda por Habita??o Compartilhada Acess¨ªvel
Os elevados custos de arrendamento urbano continuam a ser um suporte direto para o mercado de co-living na Fran?a, pois muitos residentes procuram habita??o que reduza os custos totais mensais de instala??o e de vida, e n?o apenas o valor nominal do arrendamento. As autoridades de Paris citaram uma situa??o em que 1 em cada 2 inquilinos gastava um ter?o da sua renda em habita??o, e esse n¨ªvel de press?o de custos ajuda a explicar por que os formatos compartilhados continuam relevantes mesmo quando t¨ºm pre?os superiores ao arrendamento simples. O fim do incentivo fiscal Pinel em janeiro de 2025 tamb¨¦m reduziu o apoio ¨¤ nova oferta de arrendamento, tornando o mercado existente mais restrito e aumentando o valor dos produtos habitacionais prontos para ocupa??o. Na pr¨¢tica, o co-living reduz v¨¢rios encargos financeiros de uma s¨® vez, pois os residentes n?o precisam mobiliar as unidades, abrir m¨²ltiplas contas de servi?os p¨²blicos ou financiar o mesmo n¨ªvel de instala??o na entrada que um contrato de arrendamento normal frequentemente exige. Isso ¨¦ importante para rec¨¦m-formados e trabalhadores m¨®veis que podem ter renda, mas poupan?as limitadas, e para estudantes que j¨¢ competem num ambiente habitacional tenso. O resultado ¨¦ que o mercado de co-living na Fran?a compete n?o apenas no pre?o mensal, mas tamb¨¦m na menor fric??o no momento da entrada, que ¨¦ frequentemente a maior barreira para os inquilinos de curta dura??o.
Crescimento da Popula??o de Jovens Profissionais e Estudantes Amplia a Ocupa??o
O mercado de co-living na Fran?a est¨¢ intimamente ligado ¨¤ grande popula??o estudantil e de jovens adultos do pa¨ªs, pois este grupo tem a maior necessidade de mobilidade, acessibilidade e habita??o mobiliada. O Senado observou que as pessoas com idades entre 18 e 29 anos representavam 17,6% da popula??o em 2024, e que 37,4% das pessoas com idades entre 15 e 24 anos estavam matriculadas no ensino superior, o que mant¨¦m a demanda concentrada nas cidades universit¨¢rias e nos polos de emprego. A Cour des Comptes tamb¨¦m relatou que 2,7 milh?es de jovens com idades entre 18 e 30 anos receberam subs¨ªdios de habita??o em 2023, com o apoio total atingindo 4,4 bilh?es de EUR (4,8 bilh?es de USD), mas a suboferta persistiu em todo o sistema habitacional. Os operadores t¨ºm escalado em torno dessa base de demanda, e The Boost Society sinalizou isso ao visar um n¨²mero muito maior de camas a n¨ªvel nacional ¨¤ medida que expandiu as marcas KLEY e Hife. A ocupa??o j¨¢ n?o ¨¦ moldada exclusivamente por estudantes, pois os dados de portf¨®lio de 2025 da Oqoro mostraram que os jovens profissionais quase igualaram os estudantes no uso de habita??o compartilhada, sugerindo uma mistura de residentes mais ampla. Essa mudan?a ¨¦ importante porque apoia uma maior resili¨ºncia para o mercado de co-living na Fran?a ao longo dos ciclos acad¨¦micos e fortalece a demanda nas cidades com bases de emprego diversificadas.
Prefer¨ºncia por Habita??o Flex¨ªvel Pronta para Ocupa??o Impulsiona a Ado??o do Mercado
O mercado de co-living na Fran?a tamb¨¦m est¨¢ a beneficiar de uma prefer¨ºncia mais forte por habita??o que seja mobiliada, gerida digitalmente e imediatamente utiliz¨¢vel a partir do dia da entrada. As reformas ao regime do bail mobilit¨¦ em 2025 alargaram a elegibilidade a trabalhadores remotos, cuidadores familiares e pessoas em transi??o de carreira, e altera??es posteriores prolongaram a dura??o poss¨ªvel de ocupa??o para algumas estadias relacionadas com o emprego. Essa expans?o legal melhorou o alinhamento entre as estruturas de arrendamento flex¨ªvel e os modelos de neg¨®cio dos operadores, pois o co-living depende de uma ocupa??o de ciclo mais curto sem a fric??o dos contratos de arrendamento residencial padr?o de longa dura??o. As resid¨ºncias de co-living e estudantis geridas cobram rendas tudo inclu¨ªdo que s?o 10% a 15% mais elevadas do que as ofertas compar¨¢veis do mercado local, refletindo a demanda por conveni¨ºncia, servi?os e flexibilidade, e n?o apenas pela ¨¢rea ¨²til. Os operadores que adicionaram aplica??es para residentes, check-in digital e camadas de servi?o tamb¨¦m alcan?aram forte ocupa??o, com The Babel Community a reportar uma taxa de ocupa??o de 94% em todo o seu portf¨®lio em 2024. Isso apoia uma tend¨ºncia mais ampla no mercado de co-living na Fran?a em dire??o ¨¤ qualidade do produto e ¨¤ facilidade operacional, e n?o apenas ao pre?o de entrada mais baixo poss¨ªvel.
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Restritivos*
| Fatores Restritivos | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Horizonte de Impacto |
|---|---|---|---|
| Regras R¨ªgidas de Arrendamento e Prote??o dos Inquilinos Limitam a Flexibilidade do Mercado | -1.5% | Paris, Lyon, Montreuil, com implica??es nacionais | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Restri??es de Planeamento e Zonamento Atrasam Novos Desenvolvimentos de Co-Living | -1.2% | Paris, Lyon, Bordeaux, zonas municipais de alta densidade | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Elevados Custos de Aquisi??o e Renova??o de Propriedades Limitam a Nova Oferta | -0.8% | Paris, ?le-de-France, Lyon | M¨¦dio prazo (2-4 anos) |
| Disponibilidade Limitada de Ativos Urbanos Adequados Restringe a Expans?o do Mercado | -0.6% | Nacional, mais aguda no centro de Paris e em Lyon | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Regras R¨ªgidas de Arrendamento e Prote??o dos Inquilinos Limitam a Flexibilidade do Mercado
O principal desafio regulat¨®rio para o mercado de co-living na Fran?a ¨¦ que o produto ainda se enquadra em categorias legais e pol¨ªticas que n?o foram constru¨ªdas especificamente para ele. O governo franc¨ºs confirmou em janeiro de 2026 que n?o criaria um quadro legal dedicado ao co-living, eliminando um caminho para a clareza e deixando os operadores a trabalhar sob as regras de arrendamento existentes. Paris aumentou ent?o o risco pol¨ªtico ao adotar uma resolu??o de carbono zero em novembro de 2025, embora n?o vinculativa, sinalizando uma postura mais r¨ªgida em rela??o a novos projetos. Um projeto de lei do Senado apresentado no mesmo m¨ºs prop?s registos p¨²blicos, autoriza??o pr¨¦via e medidas de controlo de rendas mais rigorosas para as resid¨ºncias de co-living, indicando que o debate est¨¢ a alargar-se para al¨¦m de uma ¨²nica cidade. Esta press?o n?o afeta todos os operadores de igual forma, pois os modelos de acordo de gest?o t¨ºm menor exposi??o direta ao arrendamento do que os modelos assentes em passivos de arrendamento de longa dura??o. Mesmo assim, a aus¨ºncia de um quadro dedicado mant¨¦m o risco de conformidade elevado e pode abrandar as decis?es de expans?o em todo o mercado de co-living na Fran?a.
Restri??es de Planeamento e Zonamento Atrasam Novos Desenvolvimentos de Co-Living
As regras de planeamento s?o outro trav?o ao mercado de co-living na Fran?a, pois os sistemas de zonamento municipal ainda t¨ºm dificuldade em classificar projetos que combinam quartos privativos, comodidades partilhadas e elementos de servi?o. A proposta de legisla??o do Senado permitiria ¨¤s autoridades locais acompanhar e regular o co-living de forma mais direta e poderia at¨¦ apoiar limites geogr¨¢ficos em ¨¢reas densas se a oposi??o local se mantiver forte. A Fran?a aprovou uma lei em 2025 para facilitar as convers?es de escrit¨®rios em habita??o, o que ajuda os operadores a aceder a mais edif¨ªcios para reutiliza??o adaptativa, mas o processo de convers?o ainda envolve complexidades de licenciamento e conce??o que podem atrasar a entrega. A reutiliza??o adaptativa j¨¢ ¨¦ central para algumas estrat¨¦gias de operadores, e The Babel Community afirmou que cerca de 80% dos seus projetos envolveram este tipo de reciclagem urbana. Esses projetos podem desbloquear localiza??es centrais de valor, mas tamb¨¦m trazem maior incerteza de planeamento, mais trabalho t¨¦cnico e um caminho mais lento para a receita. Isso significa que o mercado de co-living na Fran?a pode continuar a crescer, mas frequentemente o far¨¢ atrav¨¦s de pipelines faseados em vez de lan?amentos de projetos r¨¢pidos e de grande volume nos n¨²cleos urbanos mais restritos.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Configura??o de Propriedade: Quartos Privativos Lideram, Est¨²dios / Unidades Inteiras Ganham Terreno entre os Residentes de Longa Dura??o
Os quartos privativos detinham 41% da participa??o do mercado de co-living na Fran?a em 2025, mantendo-os na posi??o de lideran?a porque oferecem um equil¨ªbrio pr¨¢tico entre privacidade individual e uso eficiente do espa?o. Este formato ainda se alinha com a promessa central do co-living, pois proporciona aos residentes uma ¨¢rea pessoal para dormir e trabalhar, mantendo cozinhas partilhadas, salas de estar e funcionalidades comunit¨¢rias. Tamb¨¦m permite aos operadores manter a densidade de camas sem adotar totalmente layouts de dormit¨®rio que s?o menos atrativos para profissionais em atividade. Os quartos compartilhados continuam relevantes para ofertas de pre?o mais baixo, mas enfrentam uma press?o de substitui??o crescente por parte de outros formatos de habita??o flex¨ªvel que podem igualar o pre?o enquanto oferecem mais independ¨ºncia. Essa press?o provavelmente manter¨¢ os quartos compartilhados importantes nas ofertas orientadas para o segmento econ¨®mico, mas menos centrais em ativos premium onde a privacidade ¨¦ uma parte mais forte da proposta de valor.
A mudan?a mais r¨¢pida est¨¢ a acontecer nos est¨²dios / unidades inteiras, onde o tamanho do mercado de co-living na Fran?a para este formato tem proje??o de crescimento a um CAGR de 15,2% at¨¦ 2031. Esta mudan?a reflete a mistura mais ampla de inquilinos que agora entra no mercado de co-living na Fran?a, especialmente trabalhadores remotos e profissionais que querem autonomia dentro de um edif¨ªcio gerido. As altera??es de 2025 ao bail mobilit¨¦ alargaram o caminho legal para estes residentes e tornaram as estadias mobiliadas e de menor dura??o mais f¨¢ceis de estruturar. Marcas premium como Hife e Bikube tamb¨¦m est?o a impulsionar esta configura??o ao combinar unidades privadas mais aut¨®nomas com grandes zonas de comodidades e camadas de servi?o que preservam o elemento comunit¨¢rio. O projeto ECLA Lille-Lomme, com 787 camas e inaugura??o prevista para o ver?o de 2026, mostra como os ativos constru¨ªdos de raiz est?o a trazer padr?es ambientais mais elevados e pacotes de comodidades mais amplos para esta parte do mercado de co-living na Fran?a.
Nota: Participa??es de segmento de todos os segmentos individuais dispon¨ªveis mediante aquisi??o do relat¨®rio
Por Modelo de Neg¨®cio: Domin?ncia do Master Lease / Arbitragem de Arrendamento com Ativos Leves e o Ponto de Inflex?o do Acordo de Gest?o
O master lease / arbitragem de arrendamento com ativos leves deteve 44% do mercado de co-living na Fran?a por modelo de neg¨®cio em 2025, mantendo-o como a estrutura l¨ªder para o crescimento dos operadores. Este modelo manteve-se atrativo porque permite aos operadores controlar a experi¨ºncia dos residentes e a receita sem possuir o edif¨ªcio. Tamb¨¦m se adequou a um per¨ªodo em que os operadores queriam continuar a escalar mesmo quando as condi??es de investimento se tornaram menos favor¨¢veis para o desenvolvimento direto. Em termos operacionais, o modelo apoia uma entrada mais r¨¢pida nas cidades onde o principal desafio n?o ¨¦ a demanda dos residentes, mas a velocidade de garantir ativos adequados e lan?¨¢-los. Isso explica por que ainda tem peso no mercado de co-living na Fran?a mesmo quando o ambiente de financiamento se torna mais seletivo.
O movimento direcional mais claro ¨¦ agora em dire??o aos acordos de gest?o, com previs?o de crescimento a um CAGR de 14,90% at¨¦ 2031. Os contratos de gest?o s?o uma mudan?a estrat¨¦gica importante porque alinham mais estreitamente os interesses do propriet¨¢rio e do operador e reduzem a exposi??o do balan?o do operador em rela??o ¨¤s estruturas com maior peso de arrendamento. A aquisi??o da Urban Campus pela Goldman Sachs Asset Management, anunciada em mar?o de 2026, refor?ou essa vis?o, pois o plano da plataforma enfatizou a expans?o atrav¨¦s de crescimento liderado por acordos de gest?o em Fran?a e mercados pr¨®ximos. Essa transa??o ¨¦ importante porque mostra que o capital institucional ainda v¨º valor a longo prazo no mercado de co-living na Fran?a quando o modelo operacional ¨¦ mais leve e escal¨¢vel. O modelo de propriedade-desenvolvimento-opera??o continua relevante para grandes grupos como Vinci Immobilier e UXCO que podem suportar ciclos de projeto mais longos e compromissos de capital mais pesados. Ainda assim, n?o ¨¦ o formato que impulsiona a pr¨®xima fase de expans?o.
Por Faixa de Pre?o: Maioria do Segmento ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç Mascarando uma Rutura do Premium / Luxo
O co-living de segmento intermedi¨¢rio deteve uma participa??o de 52% em 2025, o que mostra que o mercado de co-living na Fran?a ainda est¨¢ enraizado na praticidade e acessibilidade, e n?o num nicho de luxo restrito. Este segmento apela a estudantes e profissionais no in¨ªcio de carreira que precisam de habita??o gerida, mas continuam sens¨ªveis ao pre?o. ? tamb¨¦m a express?o mais direta do papel original do co-living como ponte entre os arrendamentos convencionais caros e a acomoda??o estudantil com suboferta. Os formatos econ¨®micos continuam a servir utilizadores sens¨ªveis ao custo, especialmente fora dos distritos mais caros, mas a press?o sobre as margens est¨¢ a tornar-se cada vez mais dif¨ªcil de ignorar quando os custos de aquisi??o, conformidade e renova??o continuam a subir. Isso significa que o segmento intermedi¨¢rio permanece a base de volume do mercado de co-living na Fran?a mesmo quando o produto evolui para cima.
O segmento premium / luxo ¨¦ o destaque porque tem proje??o de crescimento a um CAGR de 15,50% at¨¦ 2031, a taxa mais r¨¢pida entre o conjunto de segmentos. As resid¨ºncias geridas neste segmento frequentemente cobram rendas tudo inclu¨ªdo 10% a 15% acima das op??es locais compar¨¢veis, justificadas por servi?os p¨²blicos, bem-estar, espa?o de coworking e servi?os personalizados, e n?o apenas pela dimens?o da unidade. Esta mudan?a tamb¨¦m est¨¢ a alterar o posicionamento do mercado de co-living na Frana, pois as ofertas premium s?o mais f¨¢ceis de defender como um produto habitacional diferenciado do que como uma solu??o alternativa aos arrendamentos convencionais com controlo de rendas. A pr¨®xima resid¨ºncia ECLA Bordeaux, prevista para agosto de 2026, reflete essa tend¨ºncia com conformidade RE2020, credenciais BREEAM, unidades mobiliadas e um pacote integrado de comodidades. Com efeito, o segmento mais elevado j¨¢ n?o ¨¦ um segmento secund¨¢rio, pois est¨¢ a tornar-se uma das formas mais claras de os operadores protegerem as margens e alargarem a base de residentes do mercado de co-living na Fran?a.
Por Usu¨¢rio Final: Estudantes Ancoram o Volume, Profissionais em Atividade Impulsionam o Valor
Os estudantes representaram 53% do tamanho do mercado de co-living na Fran?a em 2025, o que confirma que a demanda estudantil ainda ancora a ocupa??o total. A raz?o subjacente ¨¦ simples, pois a Fran?a continua a ter uma grande lacuna entre o n¨²mero de estudantes e a capacidade de habita??o dedicada. Cerca de 3 milh?es de estudantes competiram por quase 450.000 camas, das quais apenas 150.000 estavam no setor privado, destacando a import?ncia cont¨ªnua dos fornecedores de acomoda??o privada. O mercado de habita??o estudantil atraiu forte investimento em 2025, sugerindo que o capital institucional ainda v¨º esta lacuna de demanda como duradoura, mesmo que o apetite de investimento mais amplo em co-living permane?a irregular. No mercado de co-living na Fran?a, a demanda estudantil permanece, portanto, a principal base de volume e a ?ncora de ocupa??o mais fi¨¢vel.
Os profissionais em atividade s?o o grupo de utilizadores de crescimento mais r¨¢pido, com um CAGR de 14,88% projetado at¨¦ 2031. O seu crescimento est¨¢ ligado ¨¤ mobilidade laboral, a contratos mais curtos no in¨ªcio de carreira e a uma prefer¨ºncia mais forte por habita??o mobiliada que exige per¨ªodos de instala??o mais curtos. A expans?o do bail mobilit¨¦ em 2025 tamb¨¦m alargou a elegibilidade a mais adultos m¨®veis, o que fortaleceu o enquadramento legal para este grupo de residentes. Operadores como Hife e Ecla est?o a responder oferecendo formatos privativos maiores e comodidades focadas no trabalho, bem-estar e conveni¨ºncia, em vez de um estilo de vida puramente estudantil[2]Banque des Territoires, "ECLA Lille Lomme, Une Nouvelle R¨¦sidence ?tudiante Innovante," Banque des Territoires, banquedesterritoires.fr. Isso significa que os profissionais est?o a tornar-se um motor de valor para o mercado de co-living na Fran?a, mesmo enquanto os estudantes continuam a fornecer a maior parte da demanda de base.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
Paris representou 42% da receita em 2025, tornando-a a maior geografia no mercado de co-living na Fran?a. Essa posi??o resultou da forte base de demanda da cidade, da sua concentra??o de estudantes e jovens profissionais e da sua vantagem inicial na presen?a de operadores. Paris e a regi?o circundante tamb¨¦m ofereceram o maior conjunto de edif¨ªcios que poderiam ser reposicionados para uso residencial gerido. A expans?o de The Babel Community em 2025 incluiu uma resid¨ºncia de 245 unidades em Saint-Quentin-en-Yvelines, demonstrando que os operadores j¨¢ se estavam a mover para a regi?o mais ampla de Paris para se manterem pr¨®ximos da capital enquanto reduziam a exposi??o direta ¨¤s restri??es do centro da cidade[3]Apr¨¨s-demain SA, "Apr¨¨s-Demain SA And The Babel Community, An Alliance To Promote Co-Living In France," Apr¨¨s-demain SA, apres-demain.com. Paris permanece, portanto, a geografia ?ncora do mercado de co-living na Fran?a, mas o seu caminho de expans?o ¨¦ agora mais suburbano e mais seletivo do que antes.
Lyon, Bordeaux e Lille formam agora a pr¨®xima camada de import?ncia estrat¨¦gica. Estas cidades combinam a demanda estudantil com um apelo crescente a trabalhadores m¨®veis, proporcionando aos operadores uma mistura de residentes mais equilibrada ao longo do ano. Lille est¨¢ a ganhar visibilidade adicional atrav¨¦s de stock de grande formato constru¨ªdo de raiz, e o projeto ECLA Lille-Lomme adicionar¨¢ 787 camas com inaugura??o prevista para o ver?o de 2026. Bordeaux tamb¨¦m est¨¢ a tornar-se mais vis¨ªvel no mercado de co-living na Fran?a porque os principais operadores expandiram para l¨¢ e projetos premium est?o a entrar em funcionamento. Lyon permanece importante pelas mesmas raz?es, embora tamb¨¦m partilhe alguma da cautela regulat¨®ria observada em Paris.
Marselha atraiu operadores locais e internacionais, sugerindo que a cidade est¨¢ a ser vista como uma localiza??o de habita??o gerida escal¨¢vel, e n?o apenas como uma experi¨ºncia perif¨¦rica. Montpellier est¨¢ a seguir com um novo projeto h¨ªbrido que combina habita??o, coworking e espa?o de comodidades, o que se enquadra na dire??o do produto que agora se est¨¢ a difundir pelo mercado de co-living na Fran?a. Esta mudan?a regional n?o significa que Paris est¨¢ a perder relev?ncia. Significa que o crescimento futuro da oferta est¨¢ a ser redirecionado para cidades onde os licenciamentos s?o mais vi¨¢veis, a concorr¨ºncia ¨¦ menos intensa e a habita??o gerida ainda pode escalar com menos barreiras pol¨ªticas.
Panorama Competitivo
O mercado de co-living na Fran?a ¨¦ fragmentado, com uma mistura de plataformas institucionais, operadores regionais e fornecedores independentes a competir nas principais cidades. Empresas como The Boost Society, UXCO, Urban Campus, The Babel Community, Colonies e Vinci Immobilier est?o entre os participantes mais vis¨ªveis, mas nenhum operador det¨¦m uma posi??o de mercado dominante. A concorr¨ºncia ¨¦ moldada pela estrat¨¦gia de localiza??o, qualidade operacional, servi?os aos residentes e capacidade de construir parcerias, e n?o apenas pelo tamanho do portf¨®lio. Isso permite que tanto as plataformas estabelecidas como os operadores regionais mais pequenos compitam eficazmente em diferentes segmentos de clientes.
A concorr¨ºncia est¨¢ a deslocar-se cada vez mais para modelos operacionais com ativos leves e expans?o baseada em parcerias. Os acordos de gest?o est?o a ganhar tra??o porque reduzem os requisitos de capital enquanto permitem aos operadores escalar atrav¨¦s da especializa??o operacional. Investimentos recentes, incluindo o apoio da Goldman Sachs Asset Management ¨¤ Urban Campus e a aquisi??o de uma participa??o maiorit¨¢ria na Babylon pela Eurazeo, demonstram o interesse cont¨ªnuo dos investidores em plataformas operacionais escal¨¢veis e projetos de reutiliza??o adaptativa. Estes desenvolvimentos fortalecem a concorr¨ºncia enquanto preservam a natureza fragmentada do mercado de co-living na Fran?a.
A diferencia??o de produto tamb¨¦m se tornou um fator competitivo importante. The Boost Society continua a expandir resid¨ºncias para estudantes e jovens profissionais, a UXCO foca-se em desenvolvimentos premium de grande escala, The Babel Community enfatiza projetos de reutiliza??o adaptativa, e a marca Bikube da Vinci Immobilier combina conceitos de hospitalidade e co-living para residentes m¨®veis. Ao mesmo tempo, numerosos operadores locais continuam a competir atrav¨¦s de especializa??o no mercado local, modelos de arrendamento flex¨ªveis e experi¨ºncias personalizadas para os residentes. Como resultado, espera-se que o mercado de co-living na Fran?a permane?a fragmentado, com a concorr¨ºncia impulsionada pela capacidade operacional, diferencia??o de produto e execu??o no mercado local, e n?o pela domin?ncia global do mercado.
L¨ªderes do Setor de Co-Living na Fran?a
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Colonies
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The Babel Community
-
Sharies
-
Ecla
-
Studapart
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Maio de 2026: O fundo EZORE da Eurazeo adquiriu uma posi??o maiorit¨¢ria na Babylon, um operador integrado de aparthot¨¦is na regi?o de Paris, com o objetivo declarado de triplicar o portf¨®lio at¨¦ 2030 atrav¨¦s de contratos de gest?o e da aquisi??o de escrit¨®rios vagos e hot¨¦is obsoletos. O investimento reflete a entrada de capital institucional em formatos adjacentes de habita??o gerida.
- Abril de 2026: O Groupe M&A iniciou a constru??o de uma resid¨ºncia h¨ªbrida de co-living e coworking com 160 apartamentos no distrito Cit¨¦ Cr¨¦ative de Montpellier, com restaurante no terra?o e centro de fitness, com conclus?o prevista para 2028. O projeto sinaliza o crescente interesse dos operadores em mercados do sul de m¨¦dio porte, para al¨¦m de Marselha.
- Janeiro de 2026: O governo publicou a sua resposta no Journal Officiel, confirmando que n?o criar¨¢ um quadro legal espec¨ªfico para o co-living, citando a sufici¨ºncia das disposi??es de arrendamento existentes. Isso elimina um risco regulat¨®rio de curto prazo, mas deixa a ambiguidade de zonamento por resolver.
- Novembro de 2025: A c?mara municipal de Paris adotou formalmente uma delibera??o de "co-living zero" em 7 de novembro de 2025, sinalizando aos promotores e operadores a recusa da cidade em aceitar novos projetos de co-living, citando preocupa??es com a contornagem do controlo de rendas. A resolu??o ¨¦ simb¨®lica e n?o vinculativa, mas estabelece uma base pol¨ªtica para futuras medidas de aplica??o.
?mbito do Relat¨®rio do Mercado de Co-Living na Fran?a
O Relat¨®rio do Mercado de Co-Living na Fran?a ¨¦ Segmentado por Configura??o de Propriedade (Est¨²dio / Unidade Inteira, Quarto Privativo e Quarto Compartilhado), Modelo de Neg¨®cio (Master Lease / Arbitragem de Arrendamento com Ativos Leves e Mais), Faixa de Pre?o (Econ?mico, ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç e Premium / Luxo), Usu¨¢rio Final (Estudantes e Profissionais em Atividade) e Cidade (Paris, Lyon, Bordeaux, Lille e Restante da Fran?a). As Previs?es de Mercado s?o Fornecidas em Termos de Valor (USD).
| Est¨²dio / Unidade Inteira |
| Quarto Privativo |
| Quarto Compartilhado |
| Master Lease / Arbitragem de Arrendamento com Ativos Leves |
| Acordo de Gest?o com Ativos Leves |
| Propriedade-Desenvolvimento-Opera??o com Ativos Pesados |
| ·¡³¦´Ç²Ô¨®³¾¾±³¦´Ç |
| ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç |
| Premium / Luxo |
| Estudantes |
| Profissionais em Atividade |
| Paris |
| Lyon |
| Bordeaux |
| Lille |
| Restante da Fran?a |
| Por Configura??o de Propriedade | Est¨²dio / Unidade Inteira |
| Quarto Privativo | |
| Quarto Compartilhado | |
| Por Modelo de Neg¨®cio | Master Lease / Arbitragem de Arrendamento com Ativos Leves |
| Acordo de Gest?o com Ativos Leves | |
| Propriedade-Desenvolvimento-Opera??o com Ativos Pesados | |
| Por Faixa de Pre?o | ·¡³¦´Ç²Ô¨®³¾¾±³¦´Ç |
| ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç | |
| Premium / Luxo | |
| Por Usu¨¢rio Final | Estudantes |
| Profissionais em Atividade | |
| Por Cidade | Paris |
| Lyon | |
| Bordeaux | |
| Lille | |
| Restante da Fran?a |
Principais Quest?es Respondidas no Relat¨®rio
Qual ¨¦ o tamanho do mercado de co-living na Fran?a at¨¦ 2031?
O mercado de co-living na Fran?a tem previs?o de atingir 0,42 bilh?es de USD at¨¦ 2031, a partir de 0,22 bilh?es de USD em 2026, com um CAGR de 13,81% ao longo de 2026-2031.
O que est¨¢ a impulsionar a demanda na Fran?a?
A demanda est¨¢ a ser apoiada pela escassez de habita??o estudantil, pela elevada press?o dos arrendamentos, pelos ciclos de trabalho mais curtos para jovens profissionais e pela prefer¨ºncia mais forte por contratos de arrendamento flex¨ªveis e mobiliados.
Qual ¨¦ o grupo de residentes mais importante atualmente?
Os estudantes detinham 53% da receita em 2025, pelo que continuam a ser o maior grupo de utilizadores, enquanto os profissionais em atividade est?o a crescer mais rapidamente, com um CAGR projetado de 14,88%.
Qual ¨¦ o formato de propriedade l¨ªder?
Os quartos privativos lideraram com uma participa??o de 41% em 2025, pois equilibram a privacidade com as comodidades partilhadas e a efici¨ºncia econ¨®mica do edif¨ªcio.
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