Tamanho e Participa??o do Mercado de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos
An¨¢lise do Mercado de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos pela Âé¶¹ÊÓÆµ
O tamanho do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos tem proje??o de expans?o de 0,11 bilh?es de USD em 2025 e 0,12 bilh?es de USD em 2026 para 0,24 bilh?es de USD at¨¦ 2031, registrando um CAGR de 14,87% entre 2026 e 2031.
O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos est¨¢ em expans?o porque o pa¨ªs ainda enfrenta uma grande escassez habitacional, o que mant¨¦m as condi??es de ocupa??o favor¨¢veis nas principais cidades. A escassez habitacional atingiu 396.000 resid¨ºncias em 2025, enquanto apenas 69.000 novas resid¨ºncias foram conclu¨ªdas naquele ano, aqu¨¦m da meta governamental de 100.000 resid¨ºncias por ano. O parlamento holand¨ºs tamb¨¦m recebeu uma previs?o indicando que 702.100 resid¨ºncias s?o necess¨¢rias entre 2025 e 2030 para absorver a forma??o de novos domic¨ªlios, reduzir a escassez e substituir resid¨ºncias programadas para demoli??o. O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos tamb¨¦m est¨¢ ganhando apoio de capital institucional, com grandes compromissos do ABP por meio da Greystar e da Rockfield vinculados ¨¤ entrega de novas unidades de aluguel e habita??o estudantil. O crescimento ainda enfrenta press?o da regulamenta??o de alugu¨¦is, regras de conformidade mais r¨ªgidas e um ambiente de licenciamento que permanece lento em partes do pa¨ªs.
Principais Conclus?es do Relat¨®rio
- Por configura??o de propriedade, est¨²dios / unidades inteiras responderam por 41% da participa??o do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos em 2025, enquanto os quartos compartilhados t¨ºm previs?o de expans?o a um CAGR de 15,50% at¨¦ 2031.
- Por modelo de neg¨®cio, o contrato de arrendamento principal com ativos leves / arbitragem de arrendamento respondeu por 51% do tamanho do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos em 2025, enquanto o acordo de gest?o com ativos leves registrou o maior CAGR projetado de 16,4% at¨¦ 2031.
- Por faixa de pre?o, o segmento intermedi¨¢rio respondeu por 45% da receita em 2025, enquanto o segmento premium / luxo avan?a a um CAGR de 15,9% at¨¦ 2031.
- Por usu¨¢rio final, os profissionais em atividade responderam por 55% da receita em 2025, enquanto os estudantes t¨ºm proje??o de crescimento ¨¤ taxa mais r¨¢pida de 15,98% at¨¦ 2031.
- Por cidade, Amsterd? respondeu por 34% da receita em 2025, enquanto Eindhoven tem previs?o de expans?o a um CAGR de 17,00% at¨¦ 2031.
Nota: O tamanho do mercado e os n¨²meros de previs?o neste relat¨®rio s?o gerados usando a estrutura de estimativa propriet¨¢ria da Âé¶¹ÊÓÆµ, atualizada com os dados e percep??es mais recentes dispon¨ªveis em janeiro de 2026.
Tend¨ºncias e Perspectivas do Mercado de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Impulsionadores*
| Fatores Impulsionadores | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Grave Escassez Habitacional Urbana Impulsiona a Demanda por Co-Living | +4.2% | Nacional, aguda em Amsterd?, Utrecht e Roterd? | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Alugu¨¦is Urbanos Elevados Aumentam a Demanda por Moradia Compartilhada Acess¨ªvel | +2.8% | N¨²cleo de Amsterd?, Roterd? e Utrecht, com expans?o para Eindhoven | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Forte Afluxo de Estudantes e Profissionais Internacionais Amplia a Ocupa??o | +2.5% | Amsterd?, Eindhoven, Roterd?, Utrecht | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Prefer¨ºncia por Moradia Flex¨ªvel e Sem Compromisso de Longo Prazo Impulsiona a Ado??o do Mercado | +1.8% | Nacional, centros urbanos | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Expans?o de Empreendimentos Build-to-Rent Cria Oportunidades de Co-Living | +1.5% | Amsterd?, Utrecht, Leiden, Haia | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Crescente Aceita??o de Moradia Orientada ¨¤ Comunidade Apoia o Crescimento do Mercado | +1.2% | Nacional | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Grave Escassez Habitacional Urbana Impulsiona a Demanda por Co-Living
O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos ¨¦ moldado por uma escassez habitacional que persistiu e se aprofundou nos centros urbanos. A escassez atingiu 396.000 resid¨ºncias em 2025, equivalente a 4,8% do estoque habitacional nacional, enquanto as novas conclus?es permaneceram bem abaixo da meta nacional declarada[1]CBS (Statistics Netherlands), "Crescimento do Estoque Habitacional Desacelera pelo Terceiro Ano Consecutivo," CBS, cbs.nl. O monitor parlamentar de habita??o tamb¨¦m mostrou que 702.100 resid¨ºncias s?o necess¨¢rias entre 2025 e 2030 para atender ao crescimento dos domic¨ªlios, reduzir o atraso e substituir o estoque obsoleto. Essa lacuna de oferta mant¨¦m press?o sobre os canais convencionais de aluguel e sustenta a demanda constante por moradia compartilhada mobiliada e gerida profissionalmente. O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos se beneficia porque pode atender a locat¨¢rios que precisam de rapidez, flexibilidade e um processo de integra??o mais simples do que o processo de aluguel convencional frequentemente oferece. Isso torna o suporte ¨¤ ocupa??o menos dependente do sentimento do consumidor no curto prazo e mais dependente do desequil¨ªbrio habitacional subjacente.
Alugu¨¦is Urbanos Elevados Aumentam a Demanda por Moradia Compartilhada Acess¨ªvel
Os alugu¨¦is elevados nas cidades holandesas continuam a empurrar um conjunto mais amplo de inquilinos em dire??o a formatos de moradia compartilhada e integrada. Essa mudan?a n?o se deve apenas ao aluguel nominal mais baixo, pois muitos produtos de co-living tamb¨¦m combinam servi?os p¨²blicos, mobili¨¢rio, acesso ¨¤ internet e servi?os de ¨¢reas comuns em um ¨²nico pagamento mensal. Essa estrutura integrada facilita o planejamento de custos para estudantes, profissionais em in¨ªcio de carreira e rec¨¦m-chegados internacionais que podem n?o querer os custos de instala??o de uma unidade padr?o sem mob¨ªlia. Tamb¨¦m ajuda os operadores a posicionar a moradia compartilhada como uma op??o de valor pr¨¢tico, em vez de um produto de nicho de estilo de vida. ? medida que a regulamenta??o aperta o segmento de aluguel intermedi¨¢rio, alguns propriet¨¢rios privados podem reduzir a atividade ou reinvestir seletivamente, o que pode aumentar o apelo dos formatos geridos com padr?es de servi?o mais claros. O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos, portanto, se beneficia de uma base de demanda mais ampla que agora inclui locat¨¢rios motivados pela previsibilidade tanto quanto pelo pre?o.
Forte Afluxo de Estudantes e Profissionais Internacionais Amplia a Ocupa??o
O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos continua a receber apoio de popula??es m¨®veis de estudantes e profissionais que precisam de moradia logo ap¨®s a chegada. Os estudantes internacionais continuam sendo um grupo central de demanda porque frequentemente precisam de um processo de loca??o em ingl¨ºs, tempos de busca mais curtos e acesso mais estruturado a moradia mobiliada. O programa de acomoda??o reservada da Universidade de Utrecht demonstra que as universidades j¨¢ trabalham com parceiros habitacionais como SSH, Xior e Plaza para canalizar a demanda para provedores geridos. Grandes empregadores e clusters de tecnologia tamb¨¦m sustentam a demanda de pessoal de projetos, funcion¨¢rios realocados e profissionais em miss?es de m¨¦dio prazo. Esse grupo valoriza a flexibilidade, unidades prontas para uso e um processo de mudan?a mais tranquilo mais do que a seguran?a de contratos longos na primeira fase de realoca??o. Essa combina??o sustenta a ocupa??o ao longo do ano e ajuda o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos a manter uma demanda est¨¢vel al¨¦m do calend¨¢rio acad¨ºmico.
Prefer¨ºncia por Moradia Flex¨ªvel e Sem Compromisso de Longo Prazo Impulsiona a Ado??o do Mercado
O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos est¨¢ ganhando for?a ¨¤ medida que muitos locat¨¢rios agora preferem moradia que n?o exija compromissos de longo prazo, grande esfor?o de instala??o ou procedimentos complexos de mudan?a. Isso importa mais em um mercado onde a escassez habitacional permaneceu em 396.000 resid¨ºncias em 2025, porque os inquilinos frequentemente precisam de uma op??o vi¨¢vel rapidamente, em vez de esperar que um aluguel convencional fique dispon¨ªvel. Os operadores de co-living atendem a essa necessidade por meio de unidades mobiliadas, servi?os integrados e integra??o mais simples, tornando o formato mais f¨¢cil de acessar para pessoas novas em uma cidade ou no pa¨ªs. O apelo ¨¦ especialmente claro entre os estudantes internacionais, onde os canais formais de acomoda??o, como o programa de moradia reservada da Universidade de Utrecht, j¨¢ direcionam a demanda para parceiros habitacionais organizados, em vez do mercado de aluguel aberto. Tamb¨¦m ¨¦ relevante para jovens profissionais que ingressam em esquemas residenciais mistos, como o Merwede Block 1 da Greystar em Utrecht, que combina moradia estudantil, intermedi¨¢ria, do setor privado e de curta estadia em um ¨²nico projeto. Como resultado, a flexibilidade est¨¢ se tornando um motivo central pelo qual as pessoas escolhem o co-living, pois se adapta melhor a estilos de vida m¨®veis do que o processo padr?o de aluguel holand¨ºs.
An¨¢lise de Impacto dos Fatores Restritivos*
| Fatores Restritivos | (~) % de Impacto na Previs?o do CAGR | Relev?ncia Geogr¨¢fica | Prazo de Impacto |
|---|---|---|---|
| Press?o Regulat¨®ria sobre Pol¨ªticas de Aluguel e Regras de Loca??o Limita o Crescimento do Mercado | -1.8% | Nacional, maior fiscaliza??o em Amsterd? e Utrecht | Curto prazo (¡Ü 2 anos) |
| Altos Custos de Desenvolvimento Restringem Novos Investimentos em Co-Living | -1.5% | Nacional | Longo prazo (¡Ý 4 anos) |
| Disponibilidade Limitada de Ativos Urbanos Adequados Restringe a Nova Oferta | -1.2% | Amsterd?, Utrecht, com expans?o para Roterd? | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Oposi??o Local Atrasa Empreendimentos de Moradia Compartilhada de Alta Densidade | -0.9% | N¨²cleos urbanos de Amsterd?, Roterd? e Eindhoven | ²Ñ¨¦»å¾±´Ç prazo (2-4 anos) |
| Fonte: Âé¶¹ÊÓÆµ | |||
Press?o Regulat¨®ria sobre Pol¨ªticas de Aluguel e Regras de Loca??o Limita o Crescimento do Mercado
A Lei de Aluguel Acess¨ªvel alterou as condi??es operacionais do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos ao ampliar a regulamenta??o de alugu¨¦is no setor residencial. A lei entrou em vigor em 1.? de julho de 2024, e as propriedades com pontua??o de at¨¦ 186 pontos WWS est?o sujeitas a um teto de aluguel de EUR 1.157 (USD 1.238) por m¨ºs em novos contratos. A partir de janeiro de 2025, os munic¨ªpios receberam poderes de fiscaliza??o, incluindo multas de at¨¦ EUR 100.000 (USD 107.000) por n?o conformidade. A acomoda??o compartilhada tamb¨¦m ¨¦ afetada porque o quadro de avalia??o se aplica a espa?os residenciais n?o autossuficientes, o que influencia diretamente as decis?es de precifica??o por quarto. Isso reduz o conjunto de ativos que podem ser convertidos ou operados de forma lucrativa sob modelos de capital mais leve. O resultado ¨¦ que os operadores maiores, com or?amentos de equipamento mais robustos, melhores sistemas de conformidade e capacidade de elevar os ativos acima dos limites regulados, det¨ºm uma vantagem mais clara.
Altos Custos de Desenvolvimento Restringem Novos Investimentos em Co-Living
Os altos custos de desenvolvimento continuam a desacelerar o ritmo de nova oferta para o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. A pesquisa de 2025 da Organiza??o para a Coopera??o e Desenvolvimento Econ?mico sobre os Pa¨ªses Baixos destacou gargalos regulat¨®rios, limites ambientais e restri??es relacionadas ao nitrog¨ºnio como raz?es fundamentais pelas quais a entrega de habita??o permanece abaixo da necessidade. Essas press?es importam mais no co-living porque muitos projetos exigem padr?es interiores mais elevados, melhor desempenho energ¨¦tico e mais espa?o de comodidades compartilhadas do que um esquema b¨¢sico de aluguel. Isso aumenta o capital necess¨¢rio antes que os operadores possam atingir n¨ªveis de pre?os que sustentem retornos sob o novo regime de alugu¨¦is. Os desenvolvedores menores e os operadores locais enfrentam a press?o mais intensa porque n?o disp?em do mesmo n¨ªvel de profundidade de financiamento que as plataformas institucionais. Isso desacelera a entrada de novos participantes e tende a concentrar a expans?o em torno de players com capital de longa dura??o e parceiros de entrega estabelecidos.
*Nossas previs?es tratam os impactos dos impulsionadores e restri??es como direcionais, e n?o aditivos. As previs?es de impacto refletem o crescimento de base, os efeitos de composi??o e as intera??es entre vari¨¢veis.
An¨¢lise de Segmentos
Por Configura??o de Propriedade: Unidades Privativas Ancoram a Receita enquanto os Quartos Compartilhados Aceleram
O est¨²dio / unidade inteira deteve 41% da receita de 2025, tornando-se a maior configura??o de propriedade no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Esse segmento se beneficia da demanda de profissionais em atividade que desejam privacidade no espa?o de dormir e de conviv¨ºncia, ao mesmo tempo em que valorizam comodidades compartilhadas, eventos e a experi¨ºncia de um edif¨ªcio gerido. Os formatos autossuficientes tamb¨¦m oferecem aos operadores mais espa?o para se diferenciar por meio de design, qualidade de layout e servi?os aos residentes. Em um ambiente regulat¨®rio mais r¨ªgido, unidades com especifica??es superiores tamb¨¦m podem ajudar os propriet¨¢rios a posicionar os ativos de forma mais eficaz dentro do quadro de avalia??o que agora molda os n¨ªveis de aluguel no mercado de aluguel mais amplo[2]Volkshuisvesting Nederland, "O que a Lei de Aluguel Acess¨ªvel Significa para Mim?," Volkshuisvesting Nederland, volkshuisvestingnederland.nl.
Os quartos privativos continuam sendo importantes porque equilibram custo mais baixo com um n¨ªvel m¨ªnimo de espa?o pessoal, mantendo-os relevantes para estudantes e profissionais em in¨ªcio de carreira. Tamb¨¦m oferece ao mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos um formato que pode funcionar em ativos voltados para estudantes, edif¨ªcios de uso misto e convers?es em centros urbanos. A taxa de ocupa??o de 98% da Xior no final de 2025 refor?a o argumento mais amplo de que ativos residenciais compartilhados bem geridos continuam a atrair demanda est¨¢vel quando a localiza??o e a qualidade do servi?o est?o alinhadas. O quarto compartilhado tem proje??o de crescimento a um CAGR de 15,50% at¨¦ 2031, refletindo uma parte da base de inquilinos que est¨¢ escolhendo um custo de entrada mais baixo em detrimento da privacidade. Esse crescimento ¨¦ impulsionado mais pela press?o de acessibilidade do que pela prefer¨ºncia pelo produto. Os operadores que combinam est¨²dios, quartos privativos e quartos compartilhados em um ¨²nico edif¨ªcio podem atender a v¨¢rios or?amentos ao mesmo tempo e reduzir o risco de vac?ncia. Essa abordagem de configura??o mista deve permanecer importante ¨¤ medida que o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos se expande tanto em segmentos de demanda premium quanto voltados para o valor.
Por Modelo de Neg¨®cio: Arrendamento Principal / Arbitragem de Arrendamento Lidera enquanto os Acordos de Gest?o Ganham Terreno
O contrato de arrendamento principal com ativos leves / arbitragem de arrendamento capturou 51% da receita em 2025, demonstrando que velocidade e efici¨ºncia de capital ainda importam no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Sob esse modelo, os operadores arrendam edif¨ªcios inteiros ou grandes blocos de propriet¨¢rios e, em seguida, gerenciam diretamente o produto, a experi¨ºncia dos residentes e a monetiza??o das unidades. Os propriet¨¢rios se beneficiam de uma ¨²nica contraparte operacional e fluxos de renda mais previs¨ªveis, enquanto os operadores se beneficiam de uma implanta??o mais r¨¢pida do que uma abordagem liderada pelo desenvolvimento. Esse modelo se manteve porque a demanda habitacional ¨¦ imediata, enquanto o novo desenvolvimento permanece mais lento devido a restri??es de planejamento e ambientais.
O acordo de gest?o com ativos leves ¨¦ o modelo de crescimento mais r¨¢pido, com um CAGR de 16,40% at¨¦ 2031 no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Essa estrutura reduz o passivo de arrendamento do operador e se torna mais atraente quando a regulamenta??o limita as margens em ativos com pontua??o mais baixa. O lan?amento do Leaze pela Habyt em maio de 2026 ¨¦ um sinal claro de que os operadores est?o construindo plataformas dedicadas para essa camada de gest?o do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. O modelo tamb¨¦m ¨¦ adequado para propriet¨¢rios que agora entendem melhor a categoria e desejam expertise operacional sem transferir toda a economia para um contrato de arrendamento principal. O modelo pr¨®prio de desenvolvimento e opera??o continua sendo importante para os players institucionais porque oferece o maior controle sobre design, composi??o de residentes e qualidade do ativo a longo prazo. Mesmo assim, ¨¦ a rota mais intensiva em capital e, portanto, permanece concentrada entre grupos com melhor financiamento, como a Greystar e outros especialistas residenciais de escala. Com o tempo, o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos provavelmente suportar¨¢ os tr¨ºs modelos, mas o crescimento mais forte est¨¢ se movendo em dire??o a estruturas com menor exposi??o ao balan?o patrimonial, combinadas com sistemas operacionais mais robustos.
Por Faixa de Pre?o: O Segmento ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç Ancora a Receita enquanto o Segmento Premium / Luxo Supera o Crescimento
O segmento intermedi¨¢rio respondeu por 45% da receita em 2025, conferindo-lhe a maior participa??o no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Esse segmento atende a profissionais em atividade, estudantes de p¨®s-gradua??o e novos locat¨¢rios urbanos que desejam um ambiente gerido, mas ainda precisam de custos mensais razo¨¢veis. Os produtos intermedi¨¢rios geralmente s?o avaliados menos pelo luxo nominal e mais pela efici¨ºncia de layout, confiabilidade do servi?o e valor comunit¨¢rio. No atual clima regulat¨®rio, isso significa que os operadores precisam de forte execu??o em equipamento, gest?o de ocupa??o e opera??es prediais para proteger os retornos.
O segmento premium / luxo tem proje??o de expans?o a um CAGR de 15,9% at¨¦ 2031, tornando-o a faixa de pre?o de crescimento mais r¨¢pido no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Isso ¨¦ sustentado pelos esfor?os dos operadores para criar unidades de maior qualidade, pacotes de comodidades mais robustos e melhor desempenho energ¨¦tico, o que pode sustentar pre?os acima da faixa regulada. A Lei de Aluguel Acess¨ªvel refor?a indiretamente essa estrat¨¦gia ao proporcionar uma economia mais forte para ativos que podem atingir limites de maior qualidade. A demanda premium tamb¨¦m ¨¦ sustentada por profissionais internacionais que desejam qualidade de design, unidades mobiliadas e um processo de realoca??o mais tranquilo. Na extremidade inferior, o segmento econ?mico permanece relevante, mas a nova oferta dedicada ¨¦ mais limitada porque os desenvolvedores est?o priorizando esquemas com economia operacional mais robusta. Isso deixa o segmento intermedi¨¢rio como o maior n¨ªvel de volume e o segmento premium / luxo como o n¨ªvel com o momentum de crescimento mais claro. Juntas, essas 2 faixas moldam a maior parte da base de receita atual e a maior parte da inova??o futura de produtos no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos.
Por Usu¨¢rio Final: Profissionais em Atividade Ancoram a Receita enquanto a Demanda Estudantil Cresce
Os profissionais em atividade responderam por 55% da receita de 2025, tornando-os o maior grupo de usu¨¢rios finais no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Esse segmento se beneficia de padr?es de ocupa??o ao longo do ano e de menor depend¨ºncia da sazonalidade acad¨ºmica. Os profissionais que se realocam por trabalho frequentemente valorizam a mudan?a r¨¢pida, unidades mobiliadas e per¨ªodos de compromisso mais curtos durante a primeira fase de realoca??o. Isso torna o co-living gerido especialmente relevante em grandes centros de emprego e corredores de tecnologia onde a mobilidade de talentos ¨¦ alta.
O segmento estudantil tem proje??o de crescimento ao ritmo mais r¨¢pido, com um CAGR de 15,98% at¨¦ 2031 no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Os canais de demanda vinculados ¨¤s universidades sustentam essa perspectiva, e o programa de acomoda?o reservada da Universidade de Utrecht ¨¦ um exemplo claro de acesso estruturado por meio de parceiros como SSH, Xior e Plaza. O Merwede Block 1 da Greystar em Utrecht inclui 300 apartamentos estudantis dentro de um esquema mais amplo de 779 resid¨ºncias, o que mostra como a demanda estudantil est¨¢ sendo incorporada a plataformas residenciais maiores, em vez de ser tratada como um nicho separado. Os estudantes continuam sendo altamente relevantes porque frequentemente precisam de acesso mais r¨¢pido, contratos mais simples e canais habitacionais mais estruturados do que o mercado de aluguel aberto oferece. Ao mesmo tempo, a linha entre moradia estudantil e co-living para jovens profissionais est¨¢ se tornando menos r¨ªgida em empreendimentos de uso misto. Isso mant¨¦m a segmenta??o de usu¨¢rios finais importante para design e precifica??o, mas menos restritiva para a estrat¨¦gia de ativos. O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos, portanto, ganha demanda tanto de uma popula??o trabalhadora est¨¢vel quanto de um fluxo crescente de estudantes.
An¨¢lise Geogr¨¢fica
Amsterd? respondeu por 34% da receita de 2025, mantendo-se na lideran?a em todo o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. A cidade continua sendo o local mais estabelecido para demanda internacional, posicionamento premium e visibilidade dos operadores. Tamb¨¦m continua sendo um dos lugares mais importantes para a aloca??o de capital porque grandes investidores e desenvolvedores podem justificar escala ali com mais facilidade do que em cidades menores. Mesmo com regulamenta??o mais r¨ªgida, Amsterd? ainda define o ritmo do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos porque combina forte afluxo de inquilinos com uma ampla gama de perfis potenciais de residentes.
Roterd? e Utrecht formam o pr¨®ximo grande cintur?o de crescimento para o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Roterd? oferece uma grande base urbana e apoia a expans?o dos operadores al¨¦m da capital, enquanto Utrecht demonstra forte profundidade tanto na demanda estudantil quanto na de jovens profissionais. A Greystar iniciou a constru??o do projeto Merwede Block 1, com 779 resid¨ºncias em Utrecht, em dezembro de 2025, financiado no ?mbito do empreendimento ABP Dutch Essential Housing[3]Greystar, "ABP e Greystar Investem 500 Milh?es no Mercado Habitacional Holand¨ºs," Greystar, greystar.com. O projeto inclui unidades estudantis, intermedi¨¢rias, do setor privado e de curta estadia, refletindo o perfil de demanda mista que define cada vez mais o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. A Ballast Nedam Development e a McAleer & Rushe Property (MRP) tamb¨¦m conclu¨ªram a venda de 1.000 resid¨ºncias para aluguel no distrito Cartesius de Utrecht para a CBRE Investment Management, o que refor?a o apelo de investimento de longo prazo da cidade.
Eindhoven tem proje??o de expans?o a um CAGR de 17,00% at¨¦ 2031, tornando-a o segmento urbano de maior crescimento no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. Sua for?a vem do corredor de inova??o Brainport e do afluxo de trabalhadores internacionalmente m¨®veis vinculados ¨¤ tecnologia avan?ada e ¨¤ manufatura. A plataforma SSLV lan?ada pela ABP e pela Rockfield tamb¨¦m ¨¦ voltada para cidades universit¨¢rias e demanda por resid¨ºncias iniciais, o que apoia uma rede de cidades mais ampla al¨¦m de Amsterd?. Isso significa que o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos est¨¢ gradualmente se expandindo para uma plataforma de m¨²ltiplas cidades, com Amsterd? como ?ncora de receita, Utrecht e Roterd? como centros de pipeline e Eindhoven como o n¨® de demanda de crescimento mais r¨¢pido.
Cen¨¢rio Competitivo
O mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos ¨¦ moderadamente concentrado, com Greystar, Xior Student Housing, The Social Hub e DUWO formando o grupo l¨ªder, enquanto uma longa cauda de operadores menores permanece ativa. Essa estrutura oferece ¨¤s maiores plataformas melhor acesso a capital, sistemas operacionais, v¨ªnculos universit¨¢rios e relacionamentos em n¨ªvel de cidade. Ao mesmo tempo, o segundo n¨ªvel fragmentado significa que nenhum operador ¨²nico fechou o mercado. A principal divis?o competitiva ¨¦ entre desenvolvedores e propriet¨¢rios de escala institucional de um lado, e plataformas operacionais mais leves do outro. Esse equil¨ªbrio mant¨¦m o mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos competitivo, mas ainda favorece grupos que podem combinar robustez em conformidade com escala de entrega.
A Greystar fortaleceu sua posi??o por meio de parcerias de desenvolvimento e capital no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. O ABP elevou seu compromisso com o Dutch Essential Housing Venture da Greystar para EUR 920 milh?es (USD 1,05 bilh?o) em setembro de 2025, e o empreendimento agora apoia projetos ativos em m¨²ltiplas cidades. A Greystar tamb¨¦m vendeu o OurDomain Rotterdam Blaak para a Bouwinvest, mantendo o papel de gestora de propriedade e comunidade, demonstrando um modelo em que a propriedade do capital e a expertise operacional s?o separadas em vez de agrupadas. A Xior continua relevante porque combina escala com ocupa??o muito alta, reportando 98% de ocupa??o e um portf¨®lio europeu de EUR 3,6 bilh?es (USD 4,11 bilh?es) em 2025. Essa combina??o de escala, ocupa??o e foco nos residentes importa no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos porque sustenta tanto a confian?a dos investidores quanto a disciplina de expans?o.
A camada com ativos leves tamb¨¦m est¨¢ se tornando mais definida no mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos. A Habyt lan?ou o Leaze em maio de 2026 como uma marca de co-living com ativos leves independente, com sua pr¨®pria infraestrutura digital de loca??o, precifica??o e reservas. Esse movimento mostra como a tecnologia operacional est¨¢ se tornando uma fonte mais forte de diferencia??o para plataformas lideradas pela gest?o. A parceria SSLV da Rockfield com o ABP tamb¨¦m aponta para um mercado onde padr?es de sustentabilidade, governan?a institucional e qualidade do produto importar?o mais na sele??o futura de projetos. O resultado ¨¦ um campo competitivo onde os participantes menores ainda podem vencer em n¨ªvel local, mas as maiores oportunidades est?o cada vez mais se movendo em dire??o a operadores que podem atender a padr?es institucionais em v¨¢rias cidades.
L¨ªderes do Setor de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos
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The Social Hub
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Xior Student Housing
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Student Experience
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DUWO
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SSH Student Housing
- *Isen??o de responsabilidade: Principais participantes classificados em nenhuma ordem espec¨ªfica
Desenvolvimentos Recentes do Setor
- Maio de 2026: A Habyt lan?ou o Leaze como uma marca de co-living com ativos leves independente, separando suas opera??es de moradia compartilhada e hospitalidade ap¨®s desinvestimentos de portf¨®lios na Fran?a, Portugal, Espanha e ?sia-Pac¨ªfico. O Leaze est¨¢ equipado com infraestrutura digital propriet¨¢ria de loca??o, precifica??o e reservas, projetada para operadores de co-living localizados e de menor escala, representando uma grande mudan?a estrat¨¦gica em dire??o ao co-living gerido habilitado por tecnologia no n¨ªvel de ativos leves.
- Maio de 2026: O ABP e a Rockfield Real Estate lan?aram conjuntamente o Student & Starter Social Living Venture (SSLV), um fundo de EUR 350 milh?es (USD 374,5 milh?es) com foco em mais de 2.000 resid¨ºncias acess¨ªveis e sustent¨¢veis para estudantes e jovens profissionais nas cidades universit¨¢rias holandesas. Todos os ativos ser?o desenvolvidos segundo os padr?es BREEAM-NL Excellent e CRREM, estabelecendo um referencial institucional de sustentabilidade para o segmento de co-living estudantil.
- Dezembro de 2025: A Greystar iniciou a constru??o do Merwede Block 1 em Utrecht, um empreendimento de 779 resid¨ºncias financiado pelo ABP Dutch Essential Housing Venture. O esquema de EUR 200 milh?es (USD 214 milh?es) compreende 300 apartamentos estudantis, 305 alugu¨¦is intermedi¨¢rios, 89 resid¨ºncias do setor privado e 85 unidades estudantis de curta estadia, com pelo menos dois ter?os com alugu¨¦is regulados. A entrega est¨¢ prevista para 2028.
Escopo do Relat¨®rio do Mercado de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos
O Relat¨®rio do Mercado de Co-Living nos Pa¨ªses Baixos ¨¦ Segmentado por Configura??o de Propriedade (Est¨²dio / Unidade Inteira, Quarto Privativo e Quarto Compartilhado), Modelo de Neg¨®cio (Contrato de Arrendamento Principal com Ativos Leves / Arbitragem de Arrendamento e Mais), Faixa de Pre?o (Econ?mico, ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç e Premium / Luxo), Usu¨¢rio Final (Estudantes e Profissionais em Atividade) e Cidade (Amsterd?, Roterd?, Eindhoven, Utrecht e Mais). As Previs?es de Mercado s?o Fornecidas em Termos de Valor (USD).
| Est¨²dio / Unidade Inteira |
| Quarto Privativo |
| Quarto Compartilhado |
| Contrato de Arrendamento Principal com Ativos Leves / Arbitragem de Arrendamento |
| Acordo de Gest?o com Ativos Leves |
| Desenvolvimento e Opera??o Pr¨®prios com Ativos Pesados |
| Econ?mico |
| ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç |
| Premium / Luxo |
| Estudantes |
| Profissionais em Atividade |
| Amsterd? |
| Roterd? |
| Eindhoven |
| Utrecht |
| Restante dos Pa¨ªses Baixos |
| Por Configura??o de Propriedade | Est¨²dio / Unidade Inteira |
| Quarto Privativo | |
| Quarto Compartilhado | |
| Por Modelo de Neg¨®cio | Contrato de Arrendamento Principal com Ativos Leves / Arbitragem de Arrendamento |
| Acordo de Gest?o com Ativos Leves | |
| Desenvolvimento e Opera??o Pr¨®prios com Ativos Pesados | |
| Por Faixa de Pre?o | Econ?mico |
| ±õ²Ô³Ù±ð°ù³¾±ð»å¾±¨¢°ù¾±´Ç | |
| Premium / Luxo | |
| Por Usu¨¢rio Final | Estudantes |
| Profissionais em Atividade | |
| Por Cidade | Amsterd? |
| Roterd? | |
| Eindhoven | |
| Utrecht | |
| Restante dos Pa¨ªses Baixos |
Principais Quest?es Respondidas no Relat¨®rio
Qual ¨¦ o tamanho do mercado de co-living nos Pa¨ªses Baixos em 2031?
Tem previs?o de atingir 0,24 bilh?es de USD at¨¦ 2031, ante 0,11 bilh?es de USD em 2025, com um CAGR de 14,87% de 2026 a 2031.
Qual grupo de inquilinos gera mais receita nos Pa¨ªses Baixos?
Os profissionais em atividade lideraram com 55% da receita em 2025 porque sustentam uma ocupa??o anual mais est¨¢vel do que as propriedades exclusivamente estudantis.
Qual cidade apresenta o crescimento mais r¨¢pido para a moradia urbana compartilhada nos Pa¨ªses Baixos?
Eindhoven ¨¦ o segmento de cidade de crescimento mais r¨¢pido, com um CAGR projetado de 17,00% at¨¦ 2031, sustentado por sua base de tecnologia e manufatura avan?ada.
Por que a demanda permanece forte mesmo com uma regulamenta??o mais r¨ªgida?
A escassez habitacional permaneceu severa em 396.000 resid¨ºncias em 2025, e as novas conclus?es ficaram abaixo da meta, o que mant¨¦m press?o sobre o mercado de aluguel e apoia a moradia compartilhada gerida.
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